THERAPEUTIC APPROACHES TO OSTEOSARCOMA
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ma10202601141020
Maria Eduarda de Castro Ruzafa1
Iasmim Caetano Rodrigues2
Ana Clara Ivon de Morais3
Hugo Pereira Graciano2
Camila Estrela Ferreira Ribas3
Vinicius Oliveira Costa4
Júlio Tomaz Alencastro Lobo Filho5
Kênia Alessandra de Araújo Celestino6
Resumo
O osteossarcoma (OS) é considerado um tumor maligno primário mais prevalente em adolescentes e adultos por meio de acometimento ósseo, principalmente em ossos longos, ao produzir matriz osteoide por osteoblastos malignos. Uma das suas marcas mais preocupantes é a alta propensão à metástase precoce e à recidiva, a qual demonstra que embora tenha ocorrido avanços importantes nas técnicas de imagem, planejamento cirúrgico e no protocolo terapêutico tradicional, esses progressos ainda não se traduziram em melhorias substanciais para os pacientes acometidos. Por isso, o presente trabalho apresenta como objetivo analisar as medidas terapêuticas mais recentes no tratamento do osteossarcoma, com foco nas inovações farmacológicas e suas potenciais contribuições para a melhora dos resultados clínicos, em especial nos casos metastáticos e recidivantes. Trata-se de uma revisão de literatura em que houve a utilização de bancos de dados como PubMed, SciELO e Biblioteca Virtual da Saúde (BVS) com a busca de estudos realizados entre 2024 e 2025 utilizando os termos “osteosarcoma”, “treatment” e “effectiveness”. Os resultados apontaram o uso de diferentes abordagens para o tratamento do osteossarcoma com destaque para os inibidores da tirosina quinase, compostos metálicos, terapias combinadas, estratégias cirúrgicas, agentes naturais com ação antitumoral e plataformas de liberação inteligente de fármacos. Apesar da diversidade terapêutica, a dificuldade de acesso, em virtude do alto custo, escassez de ensaios clínicos de fase avançada e de biomarcadores robustos que permitam estratificação eficaz dos pacientes, apresenta-se como barreira de utilização dos métodos disponíveis. Dessa forma, evidencia-se a necessidade de investimento contínuo em pesquisa e no desenvolvimento de tratamentos mais seguros, acessíveis e individualizados buscando um cuidado integral e ideal para as necessidades do paciente.
Palavras-chave: Osteossarcoma. Tratamento. Efetividade.
1 INTRODUÇÃO
O osteossarcoma (OS) é considerado o tumor maligno primário mais prevalente responsável por acometer o tecido ósseo. Caracteriza-se por apresentar predileção por regiões metafisárias de ossos longos como o fêmur distal, a tíbia e úmero proximal, além de afetar principalmente adolescentes e adultos jovens, já que esses apresentam alta atividade osteoclástica durante o crescimento esquelético. Contudo, observa-se um segundo pico de incidência em pessoas com mais de 60 anos de idade. (TEIXEIRA et al., 2024; GUAN et al., 2025; KONG et al., 2024).
Do ponto de vista histológico, esse tipo de tumor é caracterizado pela produção de matriz osteoide por osteoblastos malignos, refletindo uma biologia extremamente agressiva. Uma das suas marcas mais preocupantes é a propensão à metástase precoce, especialmente para os pulmões, o que contribui para os desfechos clínicos frequentemente desfavoráveis (ZHENG et al., 2024; ZENG et al., 2025). Embora tenham ocorrido avanços importantes nas técnicas de imagem e no planejamento cirúrgico ao longo das últimas décadas, esses progressos ainda não se traduziram em melhorias substanciais para os pacientes que apresentam recidiva ou disseminação metastática (TEIXEIRA et al., 2024; ZHENG et al., 2024).
O protocolo terapêutico tradicional para o osteossarcoma permanece baseado na combinação de quimioterapia neoadjuvante, cirurgia ampla e quimioterapia adjuvante. Os fármacos mais utilizados incluem metotrexato em altas doses, doxorrubicina, ifosfamida e cisplatina (ZENG et al., 2025). Mesmo assim, aproximadamente 40% dos pacientes desenvolvem recorrência ou metástase ao longo do tratamento. Dentre esse perfil de pessoas acometidas, a taxa de sobrevida em cinco anos permanece inferior a 20% (SANTA MARIA DE LA PARRA et al., 2024; ZENG et al., 2025). Esse cenário evidencia os limites da abordagem atual e reforça a necessidade urgente de terapias mais eficazes, capazes de superar os mecanismos de resistência tumoral que o osteossarcoma apresenta. De modo geral, os últimos anos têm revelado um ritmo lento de progresso terapêutico, o que gera preocupação diante da estagnação dos resultados clínicos (DOGAN et al., 2023; ZHENG et al., 2024).
Nesse contexto, a pesquisa farmacológica contemporânea tem voltado seus esforços para os compostos naturais como Eriocalyxin B e metálicos, também conhecidos como metaloquímicos. Esses agentes apresentam propriedades químicas únicas, como a capacidade de adotar diferentes estados de oxidação e geometrias moleculares variáveis.
Tais características permitem que eles interajam com alvos intracelulares diversos, como DNA, proteínas e organelas celulares, de forma versátil e específica (PEREIRA et al., 2025). Um exemplo clássico de sucesso nesse grupo é a própria cisplatina, que revolucionou o tratamento de diversos tipos de câncer. A partir desse modelo, surgiram novas gerações de compostos contendo metais de transição, como cobre, paládio, rutênio e titânio, buscando-se maior eficácia, menor toxicidade e a superação de resistências tumorais (DOGAN et al., 2023; PEREIRA et al., 2025).
Diante da complexidade biológica do osteossarcoma, estratégias que combinam seletividade, potência e multifuncionalidade, podem representar o próximo salto terapêutico no enfrentamento desse tipo de câncer tão desafiador. Dessa forma, em virtude das múltiplas abordagens terapêuticas disponíveis no mercado e os avanços nos estudos sobre seus mecanismos, evidencia-se a necessidade de analisar sobre os métodos farmacológicos atuais, sua eficácia e efeitos sobre o organismo em prol da seleção dos métodos ideias para as necessidades do paciente, buscando um cuidado integral e individualizado.
2 OBJETIVOS
2.1 OBJETIVO GERAL
● Analisar as medidas terapêuticas mais recentes no tratamento do osteossarcoma, com foco nas inovações farmacológicas e suas potenciais contribuições para a melhora dos resultados clínicos, em especial nos casos metastáticos e recidivantes.
- OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Investigar as estratégias terapêuticas atuais para o tratamento do osteossarcoma, abordando o uso de quimioterapia, cirurgia e terapias adjuvantes, e suas limitações clínicas.
- Observar os avanços nas terapias personalizadas e direcionadas, com foco nas abordagens baseadas em perfis moleculares.
- Analisar o potencial terapêutico de compostos metálicos, como rutênio, paládio, titânio e cobre, e agentes naturais, no combate ao osteossarcoma.
- Discutir o impacto das novas terapias como a terapia gênica, anticorpos monoclonais e o uso de plataformas de liberação inteligente, visando à redução da toxicidade e melhoria na seletividade terapêutica.
- Identificar as barreiras que impedem o acesso a terapias inovadoras, como o custo, a escassez de ensaios clínicos de fase avançada e a falta de biomarcadores robustos para estratificação de pacientes.
3 METODOLOGIA
O presente artigo é uma revisão de literatura que teve como objetivo identificar abordagens terapêuticas recentes no tratamento do osteossarcoma. O levantamento bibliográfico foi realizado por meio das bases de dados PubMed, SciELO e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), contando com estudos dos anos de 2024 e 2025. Foram incluídos artigos completos e gratuitos, publicados em português ou inglês, envolvendo seres humanos e que abordassem diretamente o tratamento do osteossarcoma, com foco em sua efetividade. Foram excluídos estudos duplicados, relatos de casos e publicações que não tratassem de intervenções terapêuticas.
No PubMed, a busca foi feita com os termos “osteosarcoma”, “treatment” e “effectiveness” combinados com o operador booleano AND. Após a aplicação dos filtros, foram encontrados 16 artigos, dos quais 3 foram selecionados com base na leitura de títulos e resumos.
Além disso, na plataforma SciELO Brasil, utilizou-se a expressão “osteossarcoma” AND “tratamento”, com os mesmos filtros. Um único artigo atendeu aos critérios e foi incluído. Por fim, no Portal regional da BVS, os termos “osteosarcoma” AND “treatment” também foram utilizados, com o assunto principal “Osteossarcoma” e a aplicação de filtros semelhantes. Foram identificados 13 artigos, dos quais 4 foram selecionados.
Ao final, foram incluídos 8 artigos, cuja seleção considerou a relevância das estratégias terapêuticas descritas, mecanismos de ação e inovações no manejo do osteossarcoma.
A delimitação do período entre 2024 e 2025 visou contemplar evidências recentes, considerando o avanço das terapias inovadoras e a necessidade de refletir práticas clínicas atuais.
4 RESULTADOS
Foram identificadas diferentes abordagens terapêuticas para o tratamento do osteossarcoma, com destaque para o uso de inibidores da tirosina quinase, terapias combinadas, estratégias cirúrgicas e agentes naturais com ação antitumoral.
O uso do sorafenibe em pacientes adultos com osteossarcoma metastático tem se mostrado eficaz no controle da doença, sendo bem tolerado, especialmente naqueles previamente submetidos à quimioterapia. Estudos recentes apontam que, entre os pacientes avaliados, cerca de 46,6% apresentaram doença estável, enquanto 53,4% evoluíram com progressão. A mediana da sobrevida livre de progressão foi de 5,5 meses e a sobrevida global alcançou 11,8 meses, com uma taxa de sobrevida em um ano de 42%. Não foram identificados fatores clínico patológicos preditivos de resposta ao tratamento, e os efeitos adversos mais comuns foram de grau 1–2, como mialgia, dermatite e citopenias, sendo que apenas dois casos apresentaram anemia de grau 3–4 (DOGAN et al., 2024).
Em uma meta-análise mais recente, observou-se que a taxa de resposta objetiva ao tratamento com VEGFR-TKIs em pacientes com osteossarcoma foi de 16% para a monoterapia e de 7% para as terapias combinadas. A taxa de controle da doença alcançou 65% com monoterapia e 71% com tratamento combinado. Além disso, a mediana da sobrevida livre de progressão variou entre 4,27 e 5,62 meses, respectivamente. Os eventos adversos ocorreram em 83% dos pacientes, com 32% sendo de grau ≥ 3 (GUAN et al., 2025).
No contexto cirúrgico, a ressecção ampla ainda é considerada o padrão no tratamento do osteossarcoma convencional. Recomenda-se margens ósseas longitudinais de 3 cm e margens de partes moles entre 0,5 e 2 cm. Cirurgias preservadoras de membro têm sido possíveis em mais de 85% dos casos, embora associadas a um maior número de complicações. Reconstruções com endopróteses permanecem amplamente utilizadas, apesar dos riscos de infecção e falha do implante. Técnicas como auto enxertos, aloenxertos e crioterapia também vêm sendo aplicadas. Não há evidências claras de superioridade entre amputação e preservação do membro em relação à sobrevida global, sendo que análises retrospectivas não identificaram diferença estatística significativa entre essas abordagens (TEIXEIRA et al., 2024; FERGUNSON et al., 2016).
Em relação ao anlotinibe, evidências indicam que esse fármaco é capaz de reduzir significativamente a migração e invasão de células de osteossarcoma por meio da inibição da transição epitélio-mesenquimal (EMT) e da reorganização do citoesqueleto. Essa ação antimetastática parece ser potencializada pela inibição da autofagia mediada por ATG5. Adicionalmente, houve redução na expressão de marcadores como N-caderina e MMP-9 e aumento na expressão de E-caderina. Em modelos murinos, a combinação do anlotinibe com o silenciamento de ATG5 resultou em menor número de metástases pulmonares (ZHENG et al., 2024).
No campo das terapias inovadoras, estudos com o hidrogel injetável ITD/SA demonstraram efeitos antitumorais significativos in vivo, além de redução da toxicidade sistêmica e preservação da osteogênese. Os grupos tratados com o hidrogel apresentaram menor volume tumoral e maior preservação óssea em comparação aos controles, sugerindo potencial promissor na combinação de quimioterapia com fototerapia (FU et al., 2025).
Outro composto de origem natural, o Eriocalyxin B (EB), tem mostrado ação antitumoral em linhagens de osteossarcoma, reduzindo a viabilidade celular, a migração e a formação de colônias. Também foi observado um aumento na infiltração de linfócitos CD8⁺ e redução na expressão de Ki67, indicando sensibilização do tumor à imunoterapia. Esses efeitos parecem estar relacionados à inibição da expressão de TCEA3, cuja alta expressão tem sido associada à pior sobrevida em pacientes com osteossarcoma (ZENG et al., 2025).
Por fim, a combinação da shikonina (SHK) com o ácido valproico (VPA) tem se mostrado eficaz na inibição da proliferação, migração e invasão celular em osteossarcoma, atuando por meio da via ROS–EGR1–Bax. Em modelos murinos, foi evidenciado um efeito sinérgico entre os compostos, com ação antitumoral dependente da produção de espécies reativas de oxigênio e mediada pela expressão do gene EGR1 (CHEN et al., 2024).
5 DISCUSSÃO
Nos últimos tempos, o manejo do osteossarcoma permaneceu de certa forma estável, se baseando no tripé quimioterapia neoadjuvante, cirurgia ampla e quimioterapia adjuvante. No entanto, devido à estagnação dos resultados clínicos, em especial casos metastáticos e recidivantes, observou-se uma intensificação das pesquisas voltadas a abordagens terapêuticas inovadoras e personalizadas.
Uma das vertentes mais promissoras é a individualização do tratamento com base em perfis moleculares. Estudos recentes (GUAN et al., 2025; DOGAN et al., 2023) demonstraram que o osteossarcoma apresenta significativa heterogeneidade genômica, incluindo fenótipos associados à cromotripsia e à perda heterozigótica (LOH). Tal instabilidade genética, embora represente um desafio para a eficácia terapêutica, também oferece novos alvos terapêuticos, especialmente no que diz respeito à via PI3K/AKT/mTOR, reparo de DNA e regulação epigenética.
Ademais, a imunoterapia, apesar de ainda recente para tumores ósseos, tem sido testada com agentes como anti‑PD‑1, anti‑CTLA‑4 e mifamurtida. Embora a eficácia isolada de inibidores de checkpoint seja limitada devido ao microambiente imunossupressor do osteossarcoma, ensaios combinando esses imunomoduladores com quimioterapia ou terapias alvo têm mostrado potencial em subgrupos específicos de pacientes (ZENG et al., 2025).
Outra frente de estudos em expansão é o dos compostos metálicos (complexos de rutênio, titânio, paládio e cobre) que demonstrou eficácia em modelos in vitro e in vivo por conta da sua capacidade de induzir dano oxidativo direcionado, modular apoptose e superar mecanismos clássicos de resistência celular (PEREIRA et al., 2025). A utilização de plataformas de liberação inteligente, como nanopartículas pH‑sensíveis, potencializou a seletividade desses compostos, reduzindo a toxicidade sistêmica, que atualmente é uma das principais limitações da quimioterapia convencional.
Nesse sentido, agentes naturais (Eriocalyxin B) têm despertado interesse pela capacidade de interferir em vias inflamatórias, apoptóticas e angiogênicas. Os efeitos antitumorais obtidos incluem a inibição da proliferação e da quimiotaxia, além da potencial sinergia com quimioterápicos tradicionais (DOGAN et al., 2023).
As terapias-alvo incluem anticorpos monoclonaisdinutuxim (abe (anti-GD2)), e moléculas em estudo (ALMB‑0168), um ativador de conexinas que atua sobre a comunicação celular tumoral. Ensaios clínicos de fase 1/2 evidenciaram que o ALMB‑0168 é de certa forma bem tolerado e apresenta resposta eficiente em pacientes refratários, o que o torna uma possível nova linha terapêutica para pacientes com doença avançada.
Assim, estratégias combinadas, como a terapia gênica e quimioterápicos encapsulados, têm permitido ganhos expressivos e satisfatórios na atividade antitumoral. Um exemplo notável é a co-administração de miR‑29b com doxorrubicina via nanocarregadores, que além de potencializar a morte celular tumoral, promove regeneração óssea em modelos animais, viabilizando aplicações no cenário pós-ressecção.
Apesar de tais avanços, ainda existem barreiras consideráveis: dificuldade de acesso a terapias de alto custo, escassez de ensaios clínicos de fase avançada e falta de biomarcadores robustos que permitam estratificação eficaz dos pacientes. A passagem da pesquisa pré-clínica para o uso clínico efetivo dessas abordagens exige validação rigorosa, centrada na segurança, eficácia e custo-benefício.
6 CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS
O tratamento do osteossarcoma representa um desafio significativo na oncologia, especialmente nos casos metastáticos e recidivantes. Embora a abordagem convencional, baseada na combinação entre cirurgia ampla e quimioterapias adjuvante e neoadjuvante, permaneça como padrão terapêutico, os desfechos clínicos em pacientes com doença avançada ainda são insatisfatórios, refletindo a necessidade de alternativas mais eficazes.
Nesse contexto, as inovações terapêuticas desenvolvidas nos últimos anos têm demonstrado potencial relevante para modificar o panorama atual do manejo da doença. Entre essas abordagens, destacam-se as terapias-alvo, os compostos metálicos, as imunoterapias, as plataformas de liberação inteligente e os agentes naturais com propriedades antitumorais. Tais estratégias têm se mostrado capazes de atuar em múltiplas vias tumorais, além de apresentar potencial para superar mecanismos clássicos de resistência celular.
Além disso, o avanço das terapias personalizadas, baseadas em perfis moleculares e genômicos, contribui para a consolidação de uma medicina de precisão, mais eficaz e menos tóxica. No entanto, para que essas inovações sejam incorporadas de forma ampla à prática clínica, é necessário superar barreiras como o alto custo, a escassez de ensaios clínicos de fase avançada e a ausência de biomarcadores validados para a estratificação adequada dos pacientes.
Dessa forma, conclui-se que é imprescindível o investimento contínuo em pesquisa e no desenvolvimento de estratégias terapêuticas mais seguras, acessíveis e individualizadas, visando à melhoria do prognóstico e da qualidade de vida dos pacientes acometidos por essa neoplasia óssea agressiva.
REFERÊNCIAS
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GUAN, Boya; GE, Zhenhua; ZHANG, Jinhong; FENG, Xin. Efficacy and safety analysis of vascular endothelial growth factor receptor tyrosine kinase inhibitors (VEGFR-TKIs) in the treatment of osteosarcoma: a systematic review and meta-analysis. Expert Review of Anticancer Therapy, [S.l.], v. 25, n. 1, p. 71–79, jan. 2025.
KONG, Y.; LI, X.; ZHANG, H.; FU, B.; JIANG, H. Y.; YANG, H. L.; DAI, J. Targeting POLRMT by a first-in-class inhibitor IMT1 inhibits osteosarcoma cell growth in vitro and in vivo. Cell Death & Disease, v. 15, n. 1, p. 57, 16 jan. 2024.
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TAVARES, C. M. de et al. Palladium (II) compounds containing oximes as promising antitumor agents for the treatment of osteosarcoma: An in vitro and in vivo comparative study with cisplatin. Colloids and Surfaces A: Physicochemical and Engineering Aspects, [s.l.], v. 663, 2024.
VIEIRA, I. A. A. et al. Anti-inflammatory effect of Campomanesia xanthocarpa seeds in a mouse model of lipopolysaccharide-induced acute peritonitis. Brazilian Journal of Medical and Biological Research, v. 58, 2025.
ZHENG, Bingxin et al. Inhibition of anlotinib-induced autophagy attenuates invasion and migration by regulating epithelial-mesenchymal transition and cytoskeletal rearrangement through ATG5 in human osteosarcoma cells. Brazilian Journal of Medical and Biological Research, Ribeirão Preto, v. 57, p. e13152, 2024.
1Discente do Curso Superior de Medicina do Centro Universitário de Mineiros Campus Trindade (UNIFIMES)
e-mail: maria.cruzafa@academico.unifimes.edu.br
2Discente do Curso Superior de Medicina do Centro Universitário de Mineiros Campus Trindade (UNIFIMES)
e-mail: iasmim.rodrigues2015@academico.unifimes.edu.br
3Discente do Curso Superior de Medicina do Centro Universitário de Mineiros Campus Trindade (UNIFIMES)
e-mail: aninhaivon@academico.unifimes.edu.br
2Discente do Curso Superior de Medicina do Centro Universitário de Mineiros Campus Trindade (UNIFIMES)
e-mail: hugopereiragraciano05@academico.unifimes.edu.br
3Discente do Curso Superior de Medicina do Centro Universitário de Mineiros Campus Trindade (UNIFIMES)
e-mail: camilaestrela2202@academico.unifimes.edu.br
4Discente do Curso Superior de Medicina do Centro Universitário de Mineiros Campus Trindade (UNIFIMES)
e-mail: voliveiracosta01@gmail.com
5Discente do Curso Superior de Medicina do Centro Universitário de Mineiros Campus Trindade (UNIFIMES)
e-mail: juliofareslobo@academico.unifimes.edu.br
6Docente do Curso Superior de Medicina do Centro Universitário de Mineiros Campus Trindade (UNIFIMES).
e-mail: keniacelestino@unifimes.edu.br
