INTERVENTIONS AND CARE FOR BEREAVED CHILDREN: A SYSTEMATIC LITERATURE REVIEW
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ma10202601311824
Aline Batista Brighenti dos Santos1
Resumo:
O luto na infância e na adolescência é uma experiência complexa que pode impactar significativamente o desenvolvimento emocional, social e psicológico após a perda de uma pessoa significativa. Crianças e adolescentes apresentam formas particulares de vivenciar o luto, influenciadas pelo estágio de desenvolvimento, pelo contexto familiar e pelo suporte disponível. Diante disso, intervenções psicossociais estruturadas tornam-se fundamentais para promover adaptação saudável e prevenir desfechos emocionais negativos. O presente estudo teve como objetivo revisar sistematicamente a literatura científica sobre intervenções e cuidados direcionados a crianças e adolescentes enlutados, com base em revisões sistemáticas e meta-análises publicadas em bases de dados indexadas. A busca foi realizada nas bases PubMed/MEDLINE, PsycINFO, CINAHL, EMBASE e Cochrane Library, contemplando estudos que abordaram intervenções individuais, familiares e grupais voltadas ao luto infantil. Os resultados indicam que intervenções psicossociais apresentam efeitos positivos na redução de sintomas emocionais e comportamentais associados ao luto, favorecendo a expressão emocional, o desenvolvimento de estratégias de enfrentamento e o fortalecimento do suporte familiar e social. Intervenções familiares e em grupo mostraram benefícios adicionais ao reduzir o isolamento social e promover a comunicação sobre a perda. Apesar dos achados favoráveis, a literatura apresenta limitações metodológicas, como heterogeneidade dos protocolos, amostras reduzidas e escassez de estudos longitudinais. Conclui-se que o cuidado profissional estruturado e baseado em evidências é essencial para apoiar crianças e adolescentes enlutados, sendo recomendada a adoção de abordagens integradas e individualizadas.
Palavras-chave: luto infantil. Intervenção psicossocial. Crianças
Abstract:
Bereavement in childhood and adolescence is a complex experience that may significantly affect emotional, social, and psychological development following the loss of a significant person. Children and adolescents experience grief in distinct ways, influenced by developmental stage, family context, and available support. Therefore, structured psychosocial interventions play a crucial role in promoting healthy adaptation and preventing adverse emotional outcomes. This study aimed to systematically review the scientific literature on interventions and care directed at bereaved children and adolescents, based on systematic reviews and meta-analyses published in indexed databases. The search was conducted in PubMed/MEDLINE, PsycINFO, CINAHL, EMBASE, and the Cochrane Library, including studies addressing individual, family, and group-based interventions for childhood bereavement. The findings indicate that psychosocial interventions are associated with positive effects in reducing emotional and behavioral symptoms related to grief, enhancing emotional expression, coping strategies, and family and social support. Family-based and group interventions demonstrated additional benefits by reducing social isolation and facilitating communication about loss. Despite these positive outcomes, the literature presents methodological limitations, including heterogeneous intervention protocols, small sample sizes, and a lack of long-term follow-up studies. It is concluded that structured, evidence-based professional care is essential to support bereaved children and adolescents, highlighting the importance of integrated and individualized intervention approaches.
Keywords: childhood bereavement. Psychosocial interventions. Children
1. Introdução
O luto na infância e na adolescência constitui uma experiência complexa, que envolve respostas emocionais, cognitivas e comportamentais à perda de uma pessoa significativa, como pais, irmãos ou outros cuidadores próximos. Diferentemente dos adultos, crianças e adolescentes apresentam compreensão da morte e estratégias de enfrentamento que variam conforme o estágio de desenvolvimento, o que pode resultar em manifestações como tristeza intensa, ansiedade, raiva, dificuldades escolares, alterações no sono, regressão comportamental e problemas de adaptação social (ROSNER et al., 2010; MOLLOY et al., 2019).
A literatura indica que, quando o luto infantil não é adequadamente acompanhado, pode haver maior risco de desenvolvimento de sintomas persistentes, incluindo depressão, ansiedade, estresse pós-traumático e luto prolongado, impactando negativamente o bem-estar emocional e o funcionamento psicossocial ao longo do desenvolvimento (ROSNER et al., 2010; SEMNANI AZAD et al., 2024). Nesse contexto, o suporte profissional e a implementação de intervenções estruturadas tornam-se fundamentais para favorecer uma adaptação saudável à experiência da perda.
Estudos recentes têm investigado a eficácia de diferentes modalidades de intervenção voltadas para crianças e adolescentes enlutados, incluindo abordagens individuais, grupais e familiares. Revisões sistemáticas e meta-análises apontam que intervenções psicossociais, especialmente aquelas que promovem a expressão emocional, o desenvolvimento de habilidades de enfrentamento e o fortalecimento do suporte familiar, apresentam efeitos positivos na redução de sintomas de luto e sofrimento emocional (HANAUER et al., 2024; ROCHE et al., 2024). Programas familiares e intervenções em grupo também demonstram benefícios adicionais ao favorecer a comunicação sobre a perda e a normalização das reações emocionais entre pares (MOLLOY et al., 2019; ROCHE et al., 2024).
Apesar dos avanços, a literatura destaca importantes desafios metodológicos, como a heterogeneidade dos protocolos de intervenção, a diversidade de instrumentos de avaliação e a escassez de estudos longitudinais que avaliem a manutenção dos efeitos ao longo do tempo (HANAUER et al., 2024; SEMNANI AZAD et al., 2024). Além disso, muitos estudos concentram-se em contextos culturais específicos, o que limita a generalização dos achados.
Diante desse cenário, o presente trabalho tem como objetivo realizar uma revisão sistemática da literatura científica sobre intervenções e cuidados direcionados a crianças e adolescentes enlutados, com base em revisões sistemáticas e meta-análises publicadas. Busca-se sintetizar as evidências disponíveis acerca da eficácia das diferentes abordagens de cuidado, bem como identificar lacunas e implicações para a prática profissional e para futuras pesquisas na área do luto infantil.
2. Marco Teórico / Resultados
O luto infantil é compreendido como um processo dinâmico e multifacetado, influenciado pelo estágio de desenvolvimento da criança, pelo vínculo com a pessoa falecida, pelas circunstâncias da morte e pelo suporte social disponível. Crianças e adolescentes podem manifestar o luto por meio de reações emocionais, cognitivas e comportamentais, como tristeza intensa, ansiedade, raiva, dificuldades de concentração, alterações no sono, retraimento social ou comportamentos regressivos (ROSNER et al., 2010; MOLLOY et al., 2019). Essas reações não seguem um padrão linear e podem variar significativamente entre indivíduos.
Evidências apontam que, na ausência de suporte adequado, parte das crianças enlutadas apresenta risco aumentado para o desenvolvimento de psicopatologias, incluindo sintomas depressivos, transtornos de ansiedade, estresse pós-traumático e luto prolongado. A revisão sistemática conduzida por Rosner et al. (2010) destaca que sintomas de luto podem persistir ao longo do tempo quando não há intervenções direcionadas, impactando negativamente o funcionamento emocional, social e acadêmico. De forma semelhante, Semnani Azad et al. (2024) ressaltam que o luto prolongado em crianças e adolescentes requer atenção clínica específica, dada sua associação com prejuízos significativos no desenvolvimento.
Nesse contexto, a literatura recente tem enfatizado a relevância de intervenções psicossociais estruturadas como estratégia fundamental de cuidado. Meta-análises e revisões sistemáticas indicam que intervenções individuais focadas na expressão emocional, no processamento da perda e no desenvolvimento de estratégias adaptativas de enfrentamento demonstram efeitos positivos na redução de sintomas de luto e sofrimento psicológico (ROSNER et al., 2010; HANAUER et al., 2024). Essas abordagens tendem a ser mais eficazes quando adaptadas à faixa etária e ao nível de desenvolvimento cognitivo da criança.
Além das intervenções individuais, programas familiares e grupais têm se mostrado particularmente relevantes no cuidado ao luto infantil. Molloy et al. (2019), ao analisarem intervenções direcionadas a crianças que vivenciaram a morte de um irmão, destacam que o envolvimento da família no processo terapêutico favorece a comunicação sobre a perda, fortalece vínculos e promove um ambiente emocionalmente mais seguro para a criança. Da mesma forma, a scoping review de Roche et al. (2024) evidencia que intervenções familiares e em grupo contribuem para a normalização das reações ao luto, a redução do isolamento social e o desenvolvimento de habilidades de enfrentamento compartilhadas.
Intervenções em grupo, especialmente aquelas que reúnem crianças com experiências de perda semelhantes, demonstram benefícios adicionais ao possibilitar o reconhecimento e a validação das emoções em um contexto coletivo. Segundo Roche et al. (2024), essas abordagens favorecem o senso de pertencimento e reduzem sentimentos de solidão frequentemente associados ao luto infantil. No entanto, os autores ressaltam que a eficácia dessas intervenções depende da estrutura do programa, da capacitação dos profissionais envolvidos e da integração com o suporte familiar.
Apesar dos resultados positivos, as revisões analisadas apontam limitações importantes na literatura. Hanauer et al. (2024) e Semnani Azad et al. (2024) destacam a heterogeneidade dos desenhos metodológicos, a diversidade de instrumentos de avaliação e a escassez de estudos longitudinais como fatores que dificultam comparações diretas entre intervenções e a avaliação da manutenção dos efeitos ao longo do tempo. Além disso, muitos estudos concentram-se em contextos culturais específicos, o que limita a generalização dos achados para outras realidades.
Em síntese, os resultados das revisões sistemáticas e meta-análises indicam que intervenções psicossociais estruturadas — individuais, familiares e grupais — desempenham papel central no cuidado de crianças e adolescentes enlutados. A escolha da modalidade de intervenção deve considerar as características individuais da criança, o contexto familiar e a natureza da perda, reforçando a importância de práticas baseadas em evidências científicas e conduzidas por profissionais qualificados (HANAUER et al., 2024; ROCHE et al., 2024).
3. Material e Método
A presente revisão sistemática foi realizada com o objetivo de identificar, comparar e sintetizar evidências científicas sobre intervenções de cuidado e suporte para crianças e adolescentes que vivenciam o luto, com ênfase em estudos que abordam intervenções psicossociais, terapêuticas e care programs avaliados por meio de revisões sistemáticas e/ou meta-análises publicadas em bases indexadas no PubMed. A busca abrangeu publicações até dezembro de 2025 e envolveu as principais bases de dados eletrônicas, incluindo PubMed/MEDLINE, PsycINFO, CINAHL, EMBASE e Cochrane Library, utilizando termos em inglês tais como “child bereavement”, “grief intervention”, “psychosocial intervention”, “children” e “adolescent*” combinados com operadores booleanos (AND, OR) para maximizar a sensibilidade da busca. Foram incluídos artigos do tipo revisão sistemática ou meta-análise que investigaram intervenções de cuidado, suporte psicossocial ou tratamentos destinados a crianças enlutadas, sejam em contextos clínicos, familiares ou comunitários, bem como estudos que agruparam evidências sobre diferentes formatos de intervenção (ex.: individual, grupal, família, escola).
Foram considerados critérios de inclusão: (1) estudos publicados em periódicos científicos revisados por pares; (2) revisões sistemáticas e meta-análises que trataram de intervenções ou programas de apoio para crianças e/ou adolescentes em luto; (3) participantes com idade inferior a 18 anos ou análises que incluíam subgrupos nessa faixa etária; (4) descrição clara das estratégias de intervenção e medidas de desfecho relacionadas ao luto, sofrimento emocional, sintomatologia depressiva ou de stress pós-traumático; e (5) publicações disponíveis em inglês.
Foram estabelecidos critérios de exclusão: (1) estudos que abordavam apenas aspectos conceituais do luto sem descrever intervenções ou resultados empíricos; (2) revisões narrativas sem método de síntese explícito; (3) estudos que não abordaram intervenções direcionadas ao grupo populacional infantil ou adolescent; e (4) literatura cinzenta, relatos de caso isolados, notas de opinião e abordagens não revisadas por pares.
A seleção dos estudos foi realizada em duas etapas independentes por pares de revisores: inicialmente, por meio da leitura dos títulos e resumos, seguidos pela avaliação de texto completo dos artigos que cumpriram os critérios preliminares. Discrepâncias entre os revisores foram resolvidas por consenso ou pela consulta de um terceiro revisor experiente. Foram extraídas as seguintes informações de cada estudo incluído: objetivo da revisão, critérios de elegibilidade, número de estudos primários analisados, características das intervenções (modalidade, duração e público-alvo), instrumentos de avaliação utilizados e principais achados em relação à eficácia ou impacto dos programas de cuidado no luto infantil.
Os dados foram sintetizados de forma qualitativa e descritiva, enfatizando as evidências de eficácia das intervenções, bem como lacunas metodológicas e implicações para prática clínica e pesquisa futura. Esta abordagem permitiu uma visão abrangente das estratégias de cuidado existentes e sua relevância para o manejo do luto em diferentes contextos de vivência infantil, destacando práticas que parecem ser mais promissoras segundo a literatura revisada.
4. Resultados e Discussão
A análise das revisões sistemáticas e meta-análises incluídas nesta revisão evidencia que intervenções psicossociais direcionadas a crianças e adolescentes enlutados apresentam efeitos globalmente positivos, embora com magnitudes variáveis a depender do tipo de intervenção, do contexto de aplicação e das características dos participantes. De modo geral, os estudos apontam redução de sintomas emocionais associados ao luto, como tristeza intensa, ansiedade e sofrimento psicológico, especialmente quando as intervenções são estruturadas e adaptadas ao estágio de desenvolvimento da criança (ROSNER et al., 2010; HANAUER et al., 2024).
Os achados indicam que intervenções individuais tendem a ser particularmente eficazes para o manejo de sintomas, como tristeza persistente e ansiedade, ao permitir um espaço seguro para a expressão emocional e o processamento da perda. No entanto, Rosner et al. (2010) destacam que os efeitos dessas intervenções variam conforme a duração do acompanhamento e a gravidade inicial dos sintomas, sugerindo que abordagens breves podem ser insuficientes para crianças com sofrimento mais intenso.
Por outro lado, intervenções familiares e grupais demonstram benefícios adicionais relacionados ao contexto relacional da criança. A revisão de Molloy et al. (2019) aponta que o envolvimento da família favorece a reorganização do sistema familiar após a perda, contribuindo para maior segurança emocional da criança. De forma complementar, Roche et al. (2024) ressaltam que intervenções em grupo possibilitam a validação das experiências de luto e a construção de estratégias de enfrentamento compartilhadas, reduzindo o isolamento social frequentemente relatado por crianças enlutadas.
No que se refere a condições clínicas mais específicas, como o luto prolongado, Semnani Azad et al. (2024) indicam que intervenções estruturadas apresentam potencial terapêutico relevante, embora a literatura ainda seja limitada quanto à padronização dos protocolos e à definição de critérios claros de resposta ao tratamento. Esses achados reforçam a necessidade de identificação precoce de crianças em risco e de encaminhamento para intervenções mais intensivas quando necessário.
Apesar dos resultados favoráveis, a literatura analisada apresenta limitações importantes que devem ser consideradas na interpretação dos achados. Hanauer et al. (2024) destacam a elevada heterogeneidade metodológica entre os estudos primários incluídos nas revisões, o que dificulta comparações diretas entre diferentes modalidades de intervenção. Além disso, a predominância de estudos com amostras reduzidas e a escassez de avaliações de seguimento comprometem a compreensão sobre a manutenção dos efeitos ao longo do tempo (HANAUER et al., 2024; SEMNANI AZAD et al., 2024).
Dessa forma, os resultados sugerem que intervenções psicossociais são eficazes no suporte ao luto infantil, mas sua implementação deve considerar fatores como a intensidade do sofrimento, o contexto familiar e os recursos disponíveis. A combinação de estratégias individuais, familiares e grupais, quando indicada, parece representar uma abordagem promissora para atender às múltiplas necessidades das crianças enlutadas, reforçando a importância de práticas baseadas em evidências e da atuação integrada de profissionais qualificados (ROSNER et al., 2010; ROCHE et al., 2024).
Considerações Finais
A presente revisão sistemática evidenciou que intervenções psicossociais estruturadas desempenham papel fundamental no cuidado de crianças e adolescentes enlutados, contribuindo para a redução do sofrimento emocional e para a promoção de estratégias adaptativas de enfrentamento. As evidências analisadas indicam que diferentes modalidades de intervenção — individuais, familiares e grupais — podem ser eficazes, desde que adequadamente ajustadas às características do desenvolvimento infantil, à natureza da perda e ao contexto familiar.
Os achados reforçam que intervenções individuais são especialmente relevantes para o manejo de sintomas emocionais mais intensos, enquanto abordagens familiares e grupais ampliam o suporte social, favorecem a comunicação sobre a perda e reduzem sentimentos de isolamento. A literatura também aponta que crianças e adolescentes com risco de luto prolongado se beneficiam de acompanhamento profissional especializado, destacando a importância da identificação precoce e do encaminhamento adequado para intervenções mais intensivas quando necessário.
Apesar dos resultados positivos, esta revisão identificou limitações importantes na produção científica atual, como a heterogeneidade dos protocolos de intervenção, a diversidade de instrumentos de avaliação e a escassez de estudos longitudinais que permitam avaliar a manutenção dos efeitos ao longo do tempo. Tais lacunas evidenciam a necessidade de futuras pesquisas que adotem metodologias mais padronizadas, amostras mais amplas e análises de seguimento, bem como investigações que considerem diferentes contextos socioculturais.
Em síntese, o cuidado profissional estruturado, fundamentado em práticas baseadas em evidências, mostra-se essencial para promover a adaptação saudável ao luto na infância e adolescência. A integração de intervenções individuais, familiares e grupais, aliada à atuação de profissionais qualificados, constitui uma estratégia promissora para apoiar crianças enlutadas, fortalecer sua resiliência emocional e minimizar os impactos negativos da experiência da perda ao longo do desenvolvimento.
Referências
HANAUER, C.; TELLAAR, B.; ROSNER, R.; DOERING, B. K. The efficacy of psychosocial interventions for grief symptoms in bereaved children and adolescents: a systematic review and meta-analysis. Journal of Affective Disorders, v. 350, p. 164-173, 2024. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38218256/. Acesso em: dez.2025.
MOLLOY, M.; KELLY, B.; O’BRIEN, M. Bereavement care interventions for children under the age of 18 following the death of a sibling: a systematic review. Palliative & Supportive Care, v. 17, n. 5, p. 541-551, 2019. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32807009/. Acesso em: dez.2025.
ROCHE, K.; HARVEY, J.; CLARKE, P. Scoping review of evidence-based grief interventions for parentally bereaved children: comparing individual, group, and family approaches. Children and Youth Services Review, v. 156, p. 106-112, 2024. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40223764/. Acesso em: dez.2025.
ROSNER, R.; KRUSE, J.; HAGL, M. A meta-analysis of interventions for bereaved children and adolescents. Death Studies, v. 34, n. 2, p. 99-136, 2010. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24479177/. Acesso em: dez.2025.
SEMNANI AZAD, Z.; KHAN, T. A.; CHIAVAROLI, L.; CHEN, V.; BHATT, H. A.; CHEN, A. et al. Interventions for prolonged grief disorder in children and adolescents: a systematic review. Systematic Review, 2024. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40955395/. Acesso em: dez.2025
1Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora (SUPREMA), alinebatistabrighenti@gmail.com
