EPIDEMIOLOGICAL STUDY OF SYMPTOMS OF GENERALIZED ANXIETY DISORDER IN STUDENTS AT THE FEDERAL UNIVERSITY OF RONDÔNIA (UNIR)
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ma10202601171407
Luana Lacerda Balcevics1
Glauciano Ferreira da Silva Junior1
Almeida Andrade Casseb1
Orientadora e autora: Gleicilaine Aparecida Sena Casseb2
Resumo
A ansiedade, descrita no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), configura-se como um problema de saúde pública, com elevada prevalência entre universitários. Este estudo teve como objetivo analisar os escores do Inventário de Ansiedade Traço-Estado (IDATE) em graduandos da Universidade Federal de Rondônia. Trata-se de um estudo transversal com 109 acadêmicos voluntários, no qual foram coletados dados sociodemográficos, antropométricos e aplicadas as escalas IDATE-Estado e IDATE-Traço. Observou-se predomínio do sexo feminino (60,6%), idade inferior a 25 anos (79,8%) e ausência de atividade remunerada (84,4%). Não foi encontrada associação significativa entre obesidade e níveis de ansiedade. A alta ansiedade foi mais frequente no sexo feminino e em indivíduos com sintomas gastrointestinais, como inchaço abdominal (até 53,5%). Os participantes sedentários apresentaram maiores índices de ansiedade (70%), enquanto 77% dos participantes com ausência de sintomas de ansiedade praticavam atividade física. Conclui-se que sexo, saúde intestinal e sedentarismo influenciam nos níveis de ansiedade, sendo a prática regular de exercícios um fator protetor. Os achados reforçam a necessidade de ações preventivas e terapêuticas para a promoção da saúde mental em universitários.
Palavras-Chave: Escala de Ansiedade. Universitários. Perfil epidemiológico.
1 INTRODUÇÃO
A saúde mental é historicamente uma das principais causas de incapacidade e mortalidade nas Américas. Durante a pandemia de COVID-19, em 2020, os transtornos de ansiedade aumentaram 32% (OPAS, 2020), e, no Brasil, a prevalência é a mais alta do mundo, atingindo 9,3% da população (OMS, 2019). Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5) e a Classificação Internacional de Doenças (CID-11), os transtornos de ansiedade caracterizam-se por medo e ansiedade excessivos, podendo incluir transtorno de ansiedade generalizada (TAG), fobia específica, pânico, agorafobia, mutismo seletivo, ansiedade de separação, entre outros (NARDI; SILVA; QUEVEDO, 2022). Os sintomas geralmente surgem antes dos 20 anos e são mais prevalentes em mulheres jovens, solteiras e estudantes provenientes de outros municípios (LOPES et al., 2021; DIAS JUNIOR et al., 2022).
Quadros leves não requerem tratamento, mas casos graves e crônicos podem demandar farmacoterapia — como benzodiazepínicos e antidepressivos (REY, 2016) — e psicoterapia, com destaque para a Terapia Cognitivo-Comportamental associada a apoio familiar e acompanhamento contínuo (D’ÁVILA et al., 2020), prevenindo complicações como depressão grave e risco de suicídio (LOPES et al., 2021). No entanto, um em cada três pacientes tratados com medicamentos convencionais para ansiedade mostra resistência ao tratamento (MENEZES et al, 2007. Os sintomas incluem manifestações físicas (taquicardia, sudorese, boca seca, insônia), comportamentais e cognitivas (OBELAR, 2016), além de relação com distúrbios metabólicos, como deficiência de vitamina D (PENCKOFER et al., 2017) e obesidade (DELVIN et al., 2010). Alterações da microbiota intestinal também estão associadas ao transtorno, sendo influenciadas por hábitos alimentares e estilo de vida (VALIENGO; CHAUD, 2022; CASTRO, 2021). Dieta adequada, suplementação de micronutrientes — zinco, magnésio, vitaminas A, C, D, E, complexo B, triptofano e ômega 3 — e exposição solar suficiente são medidas benéficas para o manejo (ROCHA; MYVA; ALMEIDA, 2020; SOUZA; SOUZA, 2023; SABIÃO et al., 2021). Com o foco na população de estudantes universitários, adversidades cotidianas da vida acadêmica somadas a eventos estressantes da vida pessoal de cada acadêmico, são fatores de risco para dar início ou agravar estados ansiosos preexistentes que se caracterizam como transtorno de saúde mental. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que há uma prevalência do transtorno de ansiedade (TA) em 3,6% da população no mundo. No continente americano 5,6% da população tem ansiedade e no Brasil, 9,3% da população, o que confere aos brasileiros, o maior número de casos de ansiedade no mundo. Entre os jovens de 18 a 24 anos há maior prevalência (SOARES et al., 2020).
A compreensão mais exata de como a gênese multifatorial de transtornos de ansiedade se estabelece e evolui em seres humanos é de vital importância para estabelecer formas profiláticas e terapêuticas do manejo de doenças psiquiátricas, inclusive em contextos estressantes, como ocorre em grupos de estudantes universitários, levando em consideração a via de mão dupla entre a saúde do cérebro e a saúde do intestino além de outros fatores capazes de gerar neuroinflamação e contribuir para causar transformações biológicas silenciosas e progressivas, que observadas individualmente e em conjunto conduzem a um elevado potencial para causar danos a saúde mental, evasão escolar, incapacitação, baixo desempenho, ideações suicidas e até mesmo a interrupção da vida.
2 METODOLOGIA
a. Desenho do estudo
O presente estudo caracterizou-se como observacional, descritivo, com abordagem quantitativa. Foram utilizados dados provenientes do Inventário de Ansiedade Traço-Estado (IDATE) e informações coletadas por meio de entrevistas presenciais com os voluntários. Adicionalmente, foram obtidas medidas antropométricas, incluindo índice de massa corporal (IMC), relação cintura/quadril, percentual de gordura corporal e massa magra.
b. Critérios de inclusão e exclusão
Foram incluídos participantes caracterizados por uma amostra de conveniência e que atenderam aos seguintes critérios: idade entre 19 e 60 anos, aceitação voluntária para participação no estudo e matrícula ativa na Universidade Federal de Rondônia (UNIR). Os critérios de exclusão compreenderam indivíduos com diagnóstico psiquiátrico que utilizavam medicamentos ansiolíticos e aqueles em uso crônico de glicocorticoides ou anti-inflamatórios, devido ao potencial impacto dessas substâncias nos resultados relacionados à ansiedade e à composição corporal.
c. Local e duração do estudo
O estudo foi conduzido nas dependências da Universidade Federal de Rondônia, localizada na BR 364, Km 9,5, Porto Velho, Rondônia (CEP: 76801-059). A coleta de dados ocorreu ao longo de doze meses, no período compreendido entre setembro de 2023 e julho de 2024.
d. População e amostra
A população-alvo consistiu em acadêmicos matriculados nos cursos de Medicina, Enfermagem, Psicologia e Biologia da UNIR, cursando diversos períodos, que atenderam aos critérios de inclusão. A amostra foi composta pelos voluntários que concordaram em participar do estudo mediante assinatura do Termo de Compromisso Livre e Esclarecido (TCLE).
e. Instrumentos para coleta de dados
A coleta de dados foi realizada por meio de um questionário estruturado desenvolvido pelo pesquisador, contendo perguntas sobre dados sociodemográficos, hábitos de vida e saúde. As medidas antropométricas, incluindo IMC, relação cintura/quadril, percentual de gordura corporal e massa magra, foram obtidas com auxílio de fita métrica e instrumentos padronizados. Para avaliação da função intestinal foi utilizada a Escala de Bristrol (escala de referência do aspecto da matéria fecal na maioria das evacuações). Os níveis de ansiedade foram mensurados pelo Inventário de Ansiedade Traço-Estado (IDATE).
f. Procedimentos para coleta de dados
A coleta foi realizada por entrevistas presenciais, nas quais foram extraídas informações sobre sexo, idade, uso de tabaco, prática de atividade física, tempo semanal de exposição à luz solar, função intestinal (, além das medidas antropométricas e escores do IDATE. A coleta de dados teve início somente após a assinatura do Termo de livre consentimento esclarecido (TCLE), garantindo o consentimento informado a todos os participantes.
3 RESULTADOS E DISCUSSÕES OU ANÁLISE DOS DADOS



Considerando os critérios de inclusão, 109 estudantes eram elegíveis para participar da pesquisa. Os cursos com maior número proporcional de questionários respondidos foram distribuídos entre os cursos de medicina (75,2%), psicologia (11%), enfermagem (9,1%), e outros cursos (5%). Predominou o sexo feminino com 60,6%; e 79,8% dos estudantes tinham menos de 25 anos de idade. A maior parte não exerce atividade remunerada (84,4%), e 83,5% estão cursando a primeira graduação. Diversos estudos sugerem maiores indicadores de depressão, ansiedade e estresse entre pessoas do sexo feminino (Wang et al., 2020), de modo que nossos achados foram concordantes aos encontrados aos dados preexistentes da literatura científica.
Em relação ao componente comparativo entre obesidade e níveis de ansiedade evidenciou-se que o componente obesidade não foi fator determinante para níveis mais altos de ansiedade, estando mais relacionado ao tipo de ansiedade transitória e não a permanente. Diferente do grupo de não obesos, no qual os níveis de ansiedade são maiores, principalmente como idate-Traço, o qual avalia a ansiedade como uma característica intrínseca do indivíduo. Fato que diverge da literatura, uma vez que o padrão mais observado é o de indivíduos obesos apresentarem maiores níveis de ansiedade em comparação aos demais grupos (Casselli et al, 2021). Todavia, não termos encontrado valores significativos relacionando ansiedade e critérios de obesidade pode ser explicado pelo número amostral baixo, sendo representado por 12,3% do total de participantes.
A prevalência de ansiedade esteve mais associada ao sexo feminino (χ²(3)=9,35, p=0,025). Das mulheres no Idate-Estado, 39% apresentam alta ansiedade, 24% ansiedade moderada, 27% ansiedade leve e 9% não apresentam ansiedade. No Idate-Traço 39% apresentam alta ansiedade, 28% ansiedade moderada, 24% ansiedade leve e 7% não apresentam ansiedade. Já entre os homens apenas 18,6%, apresentaram alta ansiedade. O que corrobora com o encontrado na literatura (Leão et al, 2018).
Foram associados estatisticamente alterações do trato gastrointestinal inflamatórios/funcionais com níveis mais elevados de ansiedade. Sintomas como inchaço abdominal, flatulência e desconforto intestinal foram os principais encontrados nos participantes tanto no Idate-Traço como no Idate-Estado. No qual 48,8% e 53,5% com inchaço abdominal apresentaram alta ansiedade (Idate-Estado e Idade-Traço respectivamente). O sintoma de flatulência em traço, há gradiente, sugerindo pior perfil entre os que referem o sintoma. Ademais, mais de 60% dos que apresentaram alta ansiedade tiveram inchaço abdominal no último mês. De modo análogo foi observado na revisão integrativa de Lima et al (2024), o qual demonstrou que uma parcela significativa da população é afetada pelos Distúrbios da Interação Cérebro Intestino, tendo, portanto, a qualidade de vida comprometida significativamente.
É importante destacar que a realização regular de atividades físicas contribui significativamente para a melhoria das funções psíquicas e fisiológicas do ser humano (Batista et al., 2015). No âmbito da saúde mental, muitos indivíduos que enfrentam transtornos psicológicos podem obter benefícios por meio da prática de exercícios físicos, sendo possível, inclusive, a atenuação de sintomas característicos de quadros como a esquizofrenia e os transtornos afetivos do humor (Pulcinelli, Barros, 2010). O que também foi observado neste presente estudo, onde os não praticantes de atividade física concentram maior “Alta Ansiedade” (70%). E 77% dos não ansiosos são os praticantes de atividade física. No que tange às evidências que interligam ansiedade e sedentarismo, existem vários estudos que têm documentado uma forte relação entre o transtorno de ansiedade generalizada e o estilo de vida com baixa ou nenhuma atividade física. Segundo Alves, Silva e Silva (2021), em sua revisão narrativa da literatura identifica que o sedentarismo está ligado aos níveis de ansiedade mais elevados. Ademais, para Gualano, Tinucci (2011) a prática de atividade física representa uma alternativa eficaz e segura para estimular a plasticidade adaptativa do sistema nervoso, contribuindo para a diminuição do risco de desenvolver transtornos psiquiátricos.
4. CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS
Nossos dados amostrais mostram que existe uma relação entre escores maiores de sintomas de ansiedade e a saúde intestinal. Os resultados confirmam relatos da literatura que mostram que indivíduos que apresentam disbiose e inflamação entérica são mais frequentemente acometidos por transtornos de humor, incluindo a ansiedade (Souza, Rocha, 2020; Valiengo, Chaud, 2022).
Em contraponto, nossa pesquisa revelou e confirmou a importância da atividade física, ainda que leve como meio de alcançar saúde mental, uma vez que ficou demonstrado que os participantes que declararam ser praticantes de atividade física apresentaram menores escores de sintomas de ansiedade. No que tange às evidências que interligam ansiedade e sedentarismo, existem vários estudos que têm documentado uma forte relação entre o transtorno de ansiedade generalizada e o estilo de vida com baixa ou nenhuma atividade física. Não foi possível estabelecer relação entre sintomas de ansiedade e fatores como obesidade e baixa exposição a luz solar possivelmente em decorrência da necessidade de um número amostral de participantes maior para obtenção de resultados concisos.
Nossos dados reforçam a necessidade de realização de novas pesquisas que permitam compreender os fatores socioeconômicos, demográficos e biológicos que favorecem a formação do perfil ansioso bem como a necessidade de propor formas profiláticas e terapêuticas que possam intervir na qualidade de vida dos acadêmicos, de modo a reduzir a incidência de casos de ansiedade no Brasil e no mundo.
5. REFERÊNCIAS
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-V. 5. ed. São Paulo: Artmed, 2014.
ANDIFES. V Pesquisa Nacional de Perfil Socioeconômico e Cultural dos graduandos das IFES (2018).
AURÉLIO, S.S.; Souza, F. Atividade física no combate a incidência de depressão e ansiedade na pandemia do COVID-19: uma revisão de literatura. UNISUL, 2020. Disponível em: https://repositorio.animaeducacao.com.br/bitstream/ANIMA/17072/1/TCC%20-%20S UELEN%20DA%20SILVA%20AUR%C3%89LIO.pdf Acesso em 7 nov. 2023.
BATISTA, J.L.; OLIVEIRA, A. Efeitos psicofisiológicos do exercício físico em pacientes com transtornos de ansiedade e depressão. Corpoconsci, v. 19, n. 3, p. 01-10, 2015.
CASTRO, M.L. A influência da alimentação na microbiota e a relação com distúrbios como ansiedade e depressão. Braz J Dev, 2021;7(7):74087-74111.
CASSELLI, D.D.N.; de Sousa Martins, E.; Figueira, G.M.; Demarchi, M.E.; Souza,J.C. Comorbidade entre depressão, ansiedade e obesidade e complicações no tratamento. Research, Society and Development, 10(1), e16210111489-e16210111489, 2021.
D’ÁVILA, L.I.; Rocha, F.C.; Rios, B.R.M.; Pereira, S.G.S.; Piris, Á.P. Processo Patológico do Transtorno de Ansiedade Segundo a Literatura Digital Disponível em Português – Revisão Integrativa. Revista Psicologia e Saúde, vol. 12, núm. 2, 2020, pp. 155-168. DOI: 10.20435/pssa.v0i0.922.
DELVIN, E.E.; Lambert, M.; Levy, E.; O’Loughlin, J.; Mark, S.; Gray-Donald, K.; Paradis, G. Vitamin D Status Is Modestly Associated with Glycemia and Indicators of Lipid Metabolism in French-Canadian Children and Adolescents. The Journal of Nutrition, Vol 140, p. 987-991, May 2010.
DIAS JÚNIOR, S.A.; Soares, E.A.; Resck, Z.M.R.; Nogueira, D.A.; Monteiro, C.A.S.; Terra, F.S. Ansiedade em Acadêmicos de Enfermagem e de Medicina de uma Universidade Pública: Estudo Transversal. Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, (27), 81-94, 2022. https://doi.org/10.19131/rpesm.326
GUALANO, B.; Tinucci, T. Sedentarismo, exercício físico e doenças crônicas. Rev Bras Educ Fís Esporte, 37-43, 2011.
LEÃO, A.M.; Gomes, I.P.; Ferreira, M.J.M.; Cavalcanti, L.P.D.G. Prevalência e fatores associados à depressão e ansiedade entre estudantes universitários da área da saúde de um grande centro urbano do Nordeste do Brasil. Revista Brasileira de Educação Médica, 42, 55-65, 2018.
LIMA, A.B.A.; Carneiro, A.C.L.; de Queiroz, A.E.S.; de Freitas, A.K.C.V.; de Oliveira, A.V.L.; Bessa, G.K.B.; … de Carvalho, M.G. Distúrbios da Interação Cérebro-Intestino: O Impacto dos Transtornos Mentais no Sistema Gastrointestinal.
LOPES, A.B.; Souza, L.L.; Camacho, L.F.; Nogueira, S.F.; Vasconcelos, A.C.M.C.; Teixeira de Paula, L.; Santos, M.O.; Atavila, F.P.; Cebarro, G.F.; Fernandes, R.W.B. Transtorno de Ansiedade Generalizada: Uma Revisão Narrativa. Revista Eletrônica Acervo Científico, 35, e8773, 2021. https://doi.org/10.25248/reac.e8773.2021
MENEZES G.B., Fontenelle L.f., Mululo S.,1 Versiani. Resistência ao tratamento nos transtornos de ansiedade: fobia social, transtorno de ansiedade generalizada e transtorno do pânico. Rev Bras Psiquiatr. 2007;29(Supl II):S55-60.
NEVES JÚNIOR, A. das.; Souza, J.C.R.P.; Peixoto, C. Ansiedade e insônia: relato de caso sobre a importância do tratamento com foco na qualidade do sono. Pesquisa, Sociedade e Desenvolvimento, v. 16, e156101623441, 2021. DOI: 10.33448/rsd-v10i16.23441. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/23441.
OBELAR, R.M. Avaliação psicológica nos transtornos de ansiedade: estudos brasileiros. Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Instituto de Psicologia, 2016. Disponível em: https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/147064/000998195.pdf.
ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE – OPAS. A New Agenda for Mental Health in the Americas: Report of the Pan American Health Organization High-Level Commission on Mental Health and COVID-19. DOI: https://doi.org/10.37774/9789275127223, 2020.
PENCKOFER, S.; Byrn, M.; Adams, W.; Emanuele, M.A.; Mumby, P.; Kouba, J.; Wallis, D.E. Vitamin D Supplementation Improves Mood in Women with Type 2 Diabetes. J Diabetes Res, Sep. 2017.
PULCINELLI, A.J.; Barros, J.F. O efeito antidepressivo do exercício físico em indivíduos com transtornos mentais. Ver Bras Ciênc Mov, v.18, n.2, p.116-120, 2010.
REY, J.A. Ansiolíticos e hipnóticos. Farmacologia ilustrada. Ed.6. Artmed, 2016.
ROY-BYRNE, P.P.; Davidson, K.W.; Kessler, R.C.; Asmundson, G.J.; Goodwin, R.D.; Kubzansky, L.; Lydiard, R.B.; Massie, M.J.; Katon, W.; Laden, S.K.; Stein,M.B. Anxiety disorders and comorbid medical illness. Gen Hosp Psychiatry, Vol 30, p.208–225.
ROCHA, A.C.B.; Myva, L.M.M.; Almeida, S.G. O papel da alimentação no tratamento dos transtornos de ansiedade e depressão. Pesquisa, Sociedade e Desenvolvimento, v.9, e724997890, 2020. DOI: 10.33448/rsd-v9i9.7890. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/7890.
SABIÃO, T.S. et al. Exposição ao sol e sintomas de ansiedade e depressão: inquérito Covid-inconfidentes. Anais do 11º Congresso Brasileiro de Epidemiologia, 2021. Disponível em: https://proceedings.science/epi-2021/trabalhos/exposicao-ao-sol-e-sintomas-de-ansiedade-e-depressao-inquerito-covid-inconfident?lang=pt-br.
SILVA, N.D.A.; Silva, M.D.; Alves, I.B. As mudanças nos níveis de ansiedade e sedentarismo em adolescentes, 2021.
SOUZA, D.A.D.; Rocha, N.R. Impacto da microbiota intestinal nos sintomas da ansiedade e depressão, 2020.
SOUZA, T.C.; Souza, T. Vitamina D, importante e essencial à saúde. Revista Atenas Higeia, v.5, n.1, 2023.
SOARES A.B., Moraes Monteiro, M.C.L., Santos Z.A. Revisão Sistemática da Literatura sobre Ansiedade em Estudantes do Ensino Superior. Contextos Clínicos, v. 13, n. 3, set./dez. 2020 ISSN 1983-3482 doi: 10.4013/ctc.2020.133.13
SOUZA, D.A.D.; Rocha, N.R. Impacto da microbiota intestinal nos sintomas da ansiedade e depressão, 2020.
TEIXEIRA, L.A.C. et al. Saúde mental dos estudantes de Medicina do Brasil durante a pandemia da COVID-19. Jornal Brasileiro de Psiquiatria, 70(1), 21-29, 2021. https://doi.org/10.1590/0047-2085000000315
TEYCHENNE, M.; Costigan, S.A.; Parker, K. A associação entre comportamento sedentário e risco de ansiedade: uma revisão sistemática. BMC Saúde Pública, v.15, p.513, 2015.
VALIENGO, A.G.A.; Chaud, D.M.A. Microbiota intestinal e sua relação com a saúde mental: uma revisão bibliográfica. Revista do Centro Universitário Goyazes, 16(1), 2022.
WANG, C., Pan, R., Wan, X., Tan, Y., L., & Ho, C. Immediate psychological responses and associated factors during the initial stage of the 2019 Coronavirus Disease (COVID-19) epidemic among the general population in China. International Journal of Enviromental Reserch and Public Health, 17(5), 1729, 2020. http://dx.doi.org/103390/ljerph7051729).
