THE INFLUENCE OF PRECISION AGRICULTURE ON AGRICULTURAL MANAGEMENT
LA INFLUENCIA DE LA AGRICULTURA DE PRECISIÓN EN LA GESTIÓN AGRÍCOLA
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cs10202511300237
Mateus Henrique de Camargo1
Eduardo Henrique Baltrusch de Gois2
RESUMO:
Atualmente, os processos têm se tornado cada vez mais tecnológicos, sabendo que é normal a ocorrência de melhorias de diversos sistemas tecnológicos, com a otimização de recursos e com a busca pela melhoria dos efeitos ocasionados ao meio ambiente. Portanto, a agricultura de precisão tem como objetivo utilizar um conjunto de ferramentas e tecnologias que possibilita ao produtor rural conhecer precisamente toda sua área de produção agrícola, auxiliando-o no aumento da produtividade, redução nos usos de insumos agrícola e gerando maior lucratividade em sua propriedade. Assim, este trabalho teve como intuito expor a evolução tecnológica na agricultura, com destaque a Agricultura de Precisão – AP e suas principais vantagens e usos no manejo agrícola. Esse modelo de agricultura vem auxiliando os profissionais da área e os agricultores, por meio de dados específicos encontrados no histórico de produtividade, nas taxas de aplicações e monitoramentos das lavouras, auxiliando-os na tomada de decisões mais precisas e efetivas.
Palavras-chave: Drones na agricultura. Aplicação localizada. Monitoramento de lavouras. Mapas de produtividade.
ABSTRACT:
Currently, processes are becoming increasingly technological, and it is normal for various technological systems to improve, optimize resources, and seek to improve environmental impact. Therefore, precision agriculture aims to use a set of tools and technologies that allow rural producers to precisely understand their entire agricultural production area, helping them increase productivity, reduce the use of agricultural inputs, and generate greater profitability on their property. Thus, this work aimed to present the technological evolution in agriculture, highlighting Precision Agriculture (PA) and its main advantages and uses in agricultural management. This agricultural model has been assisting professionals in the field and farmers through specific data found in productivity history, application rates, and crop monitoring, helping them make more precise and effective decisions.
Keywords: Drones in agriculture. Localized application. Crop monitoring. Productivity maps.
RESUMEN:
Actualmente, los procesos se están volviendo cada vez más tecnológicos, y es normal que diversos sistemas tecnológicos mejoran, optimicen recursos y busquen reducir el impacto ambiental. Por lo tanto, la agricultura de precisión busca utilizar un conjunto de herramientas y tecnologías que permitan a los productores rurales comprender con precisión toda su área de producción agrícola, ayudándoles a aumentar la productividad, reducir el uso de insumos agrícolas y generar mayor rentabilidad en sus propiedades. Por ello, este trabajo tuvo como objetivo presentar la evolución tecnológica en la agricultura, destacando la Agricultura de Precisión (AP) y sus principales ventajas y usos en la gestión agrícola. Este modelo agrícola ha ayudado a profesionales del campo y agricultores a través de datos específicos del historial de productividad, las tasas de aplicación y el monitoreo de cultivos, ayudándoles a tomar decisiones más precisas y efectivas.
Palabras clave: Drones en agricultura. Aplicación localizada. Monitoreo de cultivos. Mapas de productividad.
1. INTRODUÇÃO
A Agricultura de Precisão – AP tem se consolidado como uma prática essencial para o desenvolvimento sustentável do agronegócio e segundo Bernardi et al., (2014), vem crescendo gradualmente a compreensão de que há uma variabilidade nas áreas de produção, causada por fatores como relevo, tipo de solo, vegetação e histórico de uso do terreno, transformando a forma como técnicos da área e produtores rurais planejam e executam suas atividades no campo. Esse avanço tecnológico está diretamente relacionado à necessidade de aumentar a eficiência na produção, reduzir custos e ao mesmo tempo, diminuir impactos ambientais, garantindo a viabilidade econômica das propriedades rurais (BASSOI et al., 2019).
Assim, um sistema de manejo de produção integrado – SMPI, que pretende estimar o tipo e a quantidade de insumos, que são aportados em uma determinada área de cultivo com as demandas específicas das plantas cultivadas em pequenas áreas dentro de um talhão maior da propriedade rural. Este objetivo não é novo, mas as tecnologias atuais possibilitam o conceito de AP ser percebido em uma área de plantio, portanto o conhecimento espacial preciso da agricultura é normalmente fundamentado na utilização de informações adquiridas através de satélites (MOLIN, 2014).
Um dos pontos centrais da agricultura de precisão é o reconhecimento da variabilidade existente nas áreas de produção. Essa variação pode ser causada por fatores naturais como, relevo e tipo de solo, ou por elementos antrópicos como o histórico de uso e o manejo aplicado ao terreno. Ao compreender essas diferenças dentro de uma mesma área cultivada, o produtor passa a adotar estratégias mais específicas e direcionadas, o que possibilita ganhos de produtividade e qualidade nas culturas (GOMES, 2011).
No contexto das atividades agrícolas a aplicação de defensivos se destaca como uma das práticas mais recorrentes ao longo do ciclo de uma cultura. Por ser realizada várias vezes, essa atividade possui grande relevância, tanto nos aspectos econômicos quanto nos aspectos operacionais. Os custos relacionados à pulverização incluem, insumos, mão de obra e uso de máquinas, representando uma parte considerável do investimento total necessário para a produção de grãos e outras culturas.
Além da questão econômica a aplicação de defensivos agrícolas é uma das poucas atividades realizadas diversas vezes ao longo do ciclo de uma cultura, além de ser uma das que mais impactam nos custos de produção (SENAR, 2016). aplicação de defensivos envolve também preocupações ligadas à segurança ambiental e à saúde ocupacional, o uso excessivo ou mal direcionado desses produtos pode gerar impactos negativos no meio ambiente, como a contaminação do solo, da água e até mesmo riscos ao aplicador. Nesse sentido, a busca por tecnologias que possibilitem maior precisão na pulverização é não apenas um diferencial produtivo, mas também uma exigência para garantir a sustentabilidade e a segurança da atividade agrícola.
A AP além de integrar ferramentas de mapeamento, sensores, sistemas de suporte e aplicação localizada de insumos, permite um gerenciamento mais inteligente dos sistemas agrícolas. Isso significa que o produtor pode investir de forma estratégica, aplicando recursos em áreas onde há maior potencial de retorno através desse investimento.
Antuniassi et al., (2015) afirmam que considerando as questões econômicas, o uso da AP permite ao agricultor a priorização dos investimentos em locais da propriedade, onde a produtividade tem o potencial de aumentar significativamente, ou seja, entregando uma maior lucratividade ao produtor. Dessa forma, a adoção da AP aumenta a eficiência do processo produtivo, reduzindo desperdícios e maximizando a utilização dos recursos aportados.
Pensando no meio ambiente, os benefícios são igualmente expressivos. A redução do uso de insumos e a aplicação localizada contribuem para a preservação dos recursos naturais, ao mesmo tempo em que evitam danos desnecessários à biodiversidade (CUNHA et al., 2003). Esse uso racional garante que a produção agrícola possa crescer de forma sustentável, assim contribuindo com as demandas globais por práticas mais responsáveis no uso do solo e na conservação do meio ambiente.
Ao longo das últimas décadas, a AP tem demonstrado resultados muito significativos em termos de produtividade e sustentabilidade. A integração de tecnologias cada vez mais sofisticadas, como drones, sistemas de georreferenciamento e sensores inteligentes, têm ampliado o alcance dessa prática, tornando-a acessível não apenas para grandes produtores, mas também para médios e pequenos agricultores (Coelho et al., 2009). Na Figura 1, é possível notar a importância da AP nas Américas, principalmente pela movimentação financeira registrada nos últimos anos, destacando a participação dos EUA, Canadá e Brasil, respectivamente.
Figura 1 – Divisão do mercado da AP nas Américas (em %).

Dessa forma, a AP se configura como um caminho promissor para a evolução da produção agrícola moderna, conciliando eficiência, economia e sustentabilidade. Assim, este trabalho teve como intuito expor a evolução tecnológica na agricultura, com destaque a AP e suas principais vantagens e usos no manejo agrícola.
2. REFERENCIAL TEÓRICO
2.1 – Introdução a AP.
A agricultura moderna tem enfrentado grandes desafios relacionados ao aumento da demanda por alimentos e à necessidade de preservar os recursos naturais. A chamada Revolução Verde foi responsável por intensificar o uso de insumos químicos, novas cultivares e mecanização, trazendo ganhos de produtividade, mas também impactos ambientais significativos (BASSOI et al., 2019).
Nesse cenário, a AP surge como uma ferramenta estratégica capaz de integrar conhecimentos agronômicos a tecnologias digitais, como sensores, drones, imagens de satélite e softwares para análise de dados. O uso dessas ferramentas possibilita o monitoramento detalhado das lavouras, permitindo um manejo agrícola mais eficiente e sustentável (BERNARDI et al., 2014). A Figura 2, demonstra que a grande maioria dos agricultores tanto no Brasil como no mundo ainda não utilizam a AP em suas propriedades, assim a AP possui ainda muitas áreas para sua expansão.
Figura 2 – Percentual de agricultores que utilizam a AP no Brasil e no mundo.

2.2 – Objetivos da AP.
O objetivo maior é melhorar o rendimento, a qualidade e o custo do produto final, de tal forma que o mesmo seja mais competitivo no mercado. Partindo-se da premissa de que os recursos naturais são finitos, muitos dos quais não são renováveis, que os preços de insumos agrícolas têm aumentado e a competitividade de mercado e, é possível deduzir que qualquer sistema de exploração desses recursos precisa ser cada vez mais eficiente, em termos de uso de insumos, de melhoria da qualidade de vida e de conservação ambiental (ARTUZO; SOARES; WEISS, 2017).
A necessidade do aumento da produção, de maneira a alcançar competitividade no mercado internacional, torna a AP de grande importância na busca de tecnologias e de manejos específicos que otimizem a produtividade e a rentabilidade na produção. Knob (2006) admite a AP como um novo paradigma na gestão das atividades agrícolas, segundo o qual, as áreas de produção não são tratadas como sendo homogêneas. Desta forma, permite caracterizar zonas diferenciadas e que devem ser tratadas de maneira isolada, com o objetivo de alcançar níveis de elevada fertilidade, aliado a economia na aplicação de fertilizantes, defensivos e corretivos.
2.3 – Os componentes da AP.
Segundo Coelho (2005, p. 9) os principais componentes de um sistema de AP:
[…] devem associar as medidas e compreensão da variabilidade. Posteriormente, o sistema deve usar a informação para manejar a variabilidade, associando a aplicação de insumos (fertilizantes, sementes, defensivos agrícolas, etc.) usando o conceito de manejo localizado e as máquinas e equipamentos para a correta aplicação dos diferentes insumos a serem manejados. Finalmente, e mais importante, esse sistema deve recordar a eficiência das práticas, com a finalidade de avaliar o seu valor para o agricultor.
Assim, no Quadro 1 são descritos um dos principais componentes de um sistema de AP, que são os sensores. Atualmente existe uma gama de sensores que são utilizados nas máquinas e equipamentos adotados na AP, sendo que cada sensor possui diferentes aplicações no contexto da AP.
Quadro 1 – Sensores e suas aplicações na AP.
| SENSORES | APLICAÇÕES |
| Sensores ópticos | Medem a reflectância da vegetação e são usados para calcular índices de vegetação (como o NDVI), que indicam a saúde e crescimento das plantas. |
| Sensores térmicos | Capturam a temperatura da superfície das plantas e do solo. São utilizados na identificação de áreas com problemas de irrigação ou estresse térmico. |
| Sensores elétricos | Medem a condutividade elétrica do solo. Utilizados para mapeamento da variabilidade do solo e ajuste da fertilização. |
| Monitor de funções das operações | Registra dados sobre o funcionamento de máquinas agrícolas, otimizando o uso e redução de desperdícios. |
| Sensores para medição de fluxo de grãos | Monitoram o fluxo de grãos durante a colheita, controlando a produtividade e detecção de obstruções. |
| Umidade dos grãos | Mede a umidade dos grãos armazenados, prevenindo as perdas por deterioração. |
| Sensor de velocidade de deslocamento da colhedora | Registra a velocidade e ajusta para otimizar a colheita. |
| Indicador da posição da plataforma da colhedora | Monitora a posição da plataforma de corte e evita danos à cultura e melhora a eficiência da colheita. |
2.4 – Etapas que constituem a AP.
Para o uso de um sistema de AP, do qual se pretende gerar diferentes dados que serão utilizados na tomada de uma decisão de um manejo agrícola específico. Assim, temos 5 etapas da AP que são descritos a seguir:
Etapa 1 – Mundo Real – compreende todas as atividades executadas diariamente, por exemplo, a amostragem de solo ou o plantio de determinada cultura […]; Etapa 2 – Fontes de Dados – a partir da primeira etapa, vários tipos de informações são obtidas, como, por exemplo, características físico-químicas dos solos (Tabela 3), produtividades das culturas, etc. Essas são coletadas de diversas formas, como através do processo manual (caderneta de campo) e a utilização de equipamentos auxiliares, que poderão ser equipamentos agrícolas com capacidade de avaliar as propriedades dos produtos e do meio ambiente onde se encontram. Exemplo: Colhedoras equipadas com monitor de colheita, amostradores automatizados de solos, sistema de sensoriamento remoto, GPS, radares climático, fotogrametria aérea e por satélite, etc. Etapa 3 –Gerenciamento de Dados – nesta etapa, todas as informações são agrupadas e organizadas de maneira a interagirem entre si, com maior transparência e objetividade possível. É fundamental a utilização de computadores e de programas dotados de capacidade e do dimensionamento ideais para cada aplicação em específico. Exemplo: programas de sistemas de informações geográficas específicos para a agricultura. Etapa 4 – Análises – as ferramentas básicas nas análises continuam sendo os computadores e os programas descritos na etapa anterior. Os resultados podem ser mapas de produtividade, mapas de características de solo, mapas de infestações de ervas daninhas, doenças e pragas, relatórios climáticos, históricos, etc. Etapa 5 – Usuários – completas e o ciclo com todos os profissionais envolvidos na tomada de decisão e encarregados da execução das atividades, que poderão ser topógrafos, agrônomos, proprietários de terras, operadores de equipamentos e outros (COELHO, 2005, p. 14-15).
Na Figura 3, são exemplificados três tipos diferentes de mapa utilizados na AP, sendo o primeiro o mapa de produtividade, que geralmente é gerado por colhedoras de última geração e a partir dele são gerados o mapa de entrada e posteriormente o mapa de lucratividade.
Figura 3 – Exemplo de mapa de produtividade, com a geração do mapa de lucratividade baseado no mapa de produtividade.

2.5 – Aplicação e benefícios da AP.
Além do aumento da produção (SILVA; MORAES; MOLIN, 2011), a AP possibilita o gerenciamento da aplicação de fertilizantes e, como consequência, uma agricultura ambientalmente correta, podendo contribuir para a sustentabilidade na produção agrícola. Desta forma, confirma-se a ideia intuitiva de que a precisão no manejo de fertilizantes localizado, e em quantidade certa, deve reduzir o impacto ambiental negativo da produção agrícola (SAPKOTA et al., 2014). Outras vantagens da AP estão descritas na Figura 4.
Figura 4 – Principais vantagens de se trabalhar com a AP.

Assim, a AP, além de possibilitar avanços nas propriedades, pode ser utilizada como uma ferramenta que auxilie no aumento da produção de grãos, pelo incremento de produtividade em cada lavoura. Segundo Robert (2002), a AP oferece uma variedade de benefícios potenciais, seja na rentabilidade, bem como na produtividade, sustentabilidade, qualidade da cultura, segurança alimentar e entre outros.
A partir do que foi abordado, é possível utilizar esse sistema como uma ferramenta técnica a fim de se resolver os problemas de desigualdade nas lavouras. Como um exemplo prático exposto por Diego (2017), a mesma quantidade de adubo era aplicada em toda área produzida, sem que as diferenças químicas e físicas do solo fossem consideradas. Com as tecnologias de precisão, o agricultor pode aplicar adubo de acordo com cada tipo de solo, que não é uniforme. Assim, ele economiza no uso de adubo e garante maior produtividade, por ter contemplado aquilo que o solo realmente precisava.
2.6 – Pulverização na AP.
Entre os principais avanços da AP destaca-se a aplicação localizada de insumos (Figura 5). Essa prática consiste em ajustar doses de sementes, fertilizantes e defensivos conforme as condições específicas de solo, relevo e clima, o que aumenta a eficiência produtiva e reduz desperdícios. Esse manejo diferenciado promove benefícios tanto econômicos quanto ambientais (ANTUNIASSI; BAIO; SHARP, 2015).
Figura 5 – Exemplo de aplicação localizada de insumos

A pulverização de defensivos agrícolas é uma das atividades que mais impactam nos custos de produção, pois exige grande atenção na hora de fazer a aplicação dos insumos. Estudos apontam que, em culturas como a soja, essa prática pode representar mais de 20% dos custos totais da lavoura, envolvendo insumos, mão de obra e uso de máquinas. Por isso, a busca por pulverizadores mais eficientes é fundamental para reduzir perdas e garantir maior segurança ambiental (AMORIM; TERRA, 2014; SENAR, 2016).
A evolução tecnológica no campo trouxe inovações importantes no processo de pulverização. Destacam-se os bicos de pulverização com indução de ar, que reduzem a deriva e melhoram a deposição; sensores de leitura da biomassa, pulverizadores com taxa variável, drones aplicadores, que possibilitam pulverizações localizadas com alta precisão (ANDRADE et al., 2023). Essas ferramentas são fundamentais no contexto da AP, que visa aliar produtividade, sustentabilidade e economia de insumos.
Os bicos de pulverização são componentes-chave do processo, pois determinam o espectro de gotas, a vazão e o padrão de distribuição. Existem diferentes tipos, como os de jato cônico, jato leque simples, jato leque com indução de ar e bicos antiderivação. A escolha do bico adequado depende do tipo de cultura, do alvo biológico, das condições ambientais e da calda a ser aplicada (SANTOS et al., 2020). A manutenção periódica desses componentes é essencial, uma vez que bicos desgastados podem comprometer até 50% da eficiência da aplicação, levando a perdas econômicas e ambientais significativas.
Além dos bicos, os pulverizadores em si variam de acordo com o porte da propriedade e a tecnologia embarcada. São classificados em costais (manuais ou motorizados), tratorizados com barra, turbo atomizadores, canhões, pulverizadores de barra com controle eletrônico e drones agrícolas (ALMEIDA et al., 2021). A automação tem permitido controle mais preciso da vazão, mapeamento da área tratada, corte automático por seção e ajustes em tempo real, o que reduz sobreposição e economiza defensivos.
2.7 – Drones na AP.
Atualmente a quantidade de novas tecnologias disponíveis para se usar na AP vem crescendo gradativamente, e entre elas, se destaca os Drones, pois traz ao agricultor inúmeros benefícios pelos seus usos (NUNES, 2016).
O interesse nos drones têm crescido bastante ao redor do mundo devido a novas tecnologias embarcadas em seu sistema. Esse aumento no desenvolvimento de drones é devido aos avanços tecnológicos computacionais, desenvolvimento de novos programas, softwares, materiais mais leves para sua fabricação. Os sistemas globais avançados de navegação, links de dados sofisticados, sensores e a facilidade de fazer equipamentos mais compactos (JORGE, 2001; MEDEIROS, 2007).
No Brasil, tivemos a primeira aparição dos drones na década de 80, quando o Centro Tecnológico Aeroespacial criou o projeto Acauã inicialmente com fins militares. Nessa mesma época, o drone surgiu aplicado na agricultura por meio de um projeto que foi dado nome de ARARA (Aeronave de Reconhecimento Assistida por Rádio e Autônoma), com objetivo de substituir as aeronaves comuns utilizadas para obter imagens aéreas, monitorando áreas agrícolas e áreas sujeitas a problemas ambientais (JORGE, 2001; MEDEIROS, 2007).
Além destes impactos positivos, que podem ser observados de forma direta no agronegócio e na AP, os drones, conforme aponta Silva Neto (2015, s. p.), são considerados uma tecnologia limpa por ser movido a eletricidade, portanto, não emite poluentes como os aviões tripulados.
2.8 – Automação de máquinas agrícolas.
Um aspecto essencial refere-se à automação de máquinas agrícolas e ao uso de sistemas de aplicação a taxas variáveis (VRT). Esses sistemas permitem o controle preciso de insumos por meio de sensores e mapas de prescrição (Figura 6), ajustando a quantidade aplicada em cada ponto do terreno. Esse processo aumenta a eficiência operacional e melhora o desempenho produtivo das culturas na lavoura (COELHO; SILVA, 2009).
Figura 6 – Exemplo um mapa de precisão em lavoura de milho

No caso da aplicação de defensivos, a eficiência depende do tamanho adequado das gotas pulverizadas e das condições meteorológicas no momento da operação. Se o produto não atingir o alvo de forma correta, haverá perdas econômicas e danos ambientais. Assim, compreender o espectro das gotas e adotar tecnologias de redução de deriva são medidas essenciais para aumentar a eficácia e reduzir riscos (MATUO, 1998; CUNHA et al., 2003).
2.9 – Potenciais da AP.
Segundo Pereira et. al., (2014), dadas as grandes vantagens da utilização da AP como sistema de produção, é importante analisar a produtividade de cada um dos sistemas produtivos. Caso a AP leve, de fato, a ganhos de produtividade superiores aos alcançados pela produção convencional, pode-se justificar, ao menos em parte, sua utilização pelo agricultor.
A AP também permite, pelo uso de delimitação de lavouras por coordenadas georreferenciadas, um planejamento mais racional do manejo de nutrientes, pragas, doenças, umidade do solo e plantas daninhas, além de seleção de cultivares em função de sua adaptabilidade às diferentes condições identificadas nas áreas cultivadas. A expectativa de redução de custos está principalmente relacionada ao fato de que os insumos agrícolas somente serão aplicados onde de fato se faz necessário e não, indiscriminadamente, em toda a extensão da área cultivada como tradicionalmente é feito (CAMPOS BERNARDI et. al., 2017).
A análise da sustentabilidade de qualquer sistema tem de considerar tanto os aspectos agronômicos quanto os ambientais e os econômicos. Griffin e Lowenberg DeBoer, (2005), indicaram que em 68% dos casos analisados, os sistemas com uso da AP foram mais rentáveis que os sistemas de cultivo convencionais.
Por fim, é importante destacar que a AP não se limita apenas às grandes propriedades rurais. Com a evolução tecnológica e a redução dos custos de acesso, pequenos e médios produtores também podem se beneficiar dessas práticas, desde que recebam capacitação adequada. Isso reforça a AP como um caminho promissor para conciliar produtividade, sustentabilidade e competitividade no setor agrícola (GOMES, 2011).
3. MATERIAIS E MÉTODOS
Este trabalho foi realizado por meio de uma revisão bibliográfica de caráter narrativo. O objetivo foi encontrar, organizar e analisar informações já publicadas sobre como a AP que tem ajudado no manejo agrícola, assim mostrando sua importância na hora da aplicação de insumos agrícolas, no plantio e na colheita, também mostrando os resultados e benefícios que ela traz para os produtores rurais. A escolha por esse tipo de revisão, seria analisar diferentes estudos e construir uma visão geral sem a necessidade de fazer um estudo no campo.
Foram consultadas as bases de dados SciELO, Google acadêmico, Periódicos CAPES e materiais técnicos que foram extraídos de outras pesquisas encontradas dentro das plataformas citadas. Foram empregadas palavras-chave como ‘pulverização agrícola’, ‘manejo agrícola’, ‘drones’ e ‘agricultura de precisão’. Foram utilizados também, artigos científicos, dissertações, e publicações técnicas, dando preferência aos que foram publicados entre 2000 e 2025. Trabalhos que eram duplicados, que não tinham rigor científico ou que não se adequaram ao recorte do estudo não foram utilizados para este artigo.
Os materiais selecionados foram lidos e classificados em categorias que correspondem aos temas citados: agricultura de precisão, pulverização agrícola, segurança ambiental, produtividade, aplicação localizada e benefícios da agricultura de precisão. A análise foi descritiva e interpretativa, considerando os pontos fortes, as limitações e as lacunas na literatura, com o objetivo de auxiliar estudos e trabalhos que ajudarão em futuros trabalhos dessa temática.
4. RESULTADOS E DISCUSSÃO
A agricultura moderna tem passado por um processo contínuo de transformação, devido a necessidade de produzir mais alimentos de forma sustentável, eficiente e ambientalmente responsável. Nesse contexto, a AP se consolida como uma das principais inovações tecnológicas aplicadas no campo, oferecendo ferramentas capazes de monitorar e analisar a variabilidade existente nas lavouras.
Diferente dos modelos tradicionais, que tratam a área produtiva como homogênea, a AP propõe um manejo localizado, baseado em informações detalhadas obtidas por sensores, drones, sistemas de georreferenciamento, softwares de análise e máquinas automatizadas que contam com essa tecnologia.
Assim, o aumento dos custos de insumos e o desejo pela sustentabilidade no ramo do agronegócio exigem melhorias na eficiência e eficácia do uso dos recursos na agricultura. A AP aparece como alternativa para a tomada de decisões de forma precisa, visando um manejo sustentável.
A atualidade tem sido marcada por uma grande competitividade entre as organizações, com a tecnologia sendo utilizada como vantagem competitiva para as empresas agrícolas. A AP tem desempenhado um papel de grande relevância para aumentar a competitividade, promovendo maior produtividade e qualidade, junto à redução do desperdício e da degradação ambiental.
Ao longo do desenvolvimento do trabalho foi possível perceber que os avanços tecnológicos não se limitam apenas ao aumento de produtividade, mas também uma mudança significativa na forma como o produtor rural toma decisões e conduz as operações no campo. O uso de sensores, drones, softwares de análise e máquinas equipadas com sistemas inteligentes reforça a importância da coleta de dados qualificados e da análise criteriosa dessas informações, fortalecendo a gestão agrícola e reduzindo desperdícios.
Outro ponto importante é que mesmo diante dos desafios de adoção, como custos iniciais e necessidade de capacitação, a AP apresenta uma série de benefícios crescentes para propriedades de diferentes portes. O avanço da tecnologia e o aumento da acessibilidade tendem a ampliar ainda mais seu uso, democratizando práticas antes restritas a grandes produtores e fortalecendo a sustentabilidade da produção agrícola.
Os estudos apresentados demonstram que o uso de tecnologias como sensores ópticos, térmicos, elétricos, monitores de colheita, GPS, pulverizadores com sistemas inteligentes e drones, possam dar um diagnóstico preciso das condições do solo, das plantas e do ambiente.
Esse monitoramento contínuo favorece para uma tomada de decisão mais assertiva, resultando em melhor aproveitamento de insumos, maior eficiência operacional e redução de impactos ambientais. Essas etapas que compõem o sistema de AP desde a coleta de dados até a análise e execução, reforçam o caráter estratégico dessa abordagem, que integra conhecimento agronômico e digital de forma complementar.
O manejo localizado de insumos por meio da pulverização e da aplicação em taxa variável, destaca-se como uma das práticas mais relevantes dentro da AP. Essa tecnologia permite reduzir desperdícios, otimizar o uso de fertilizantes e defensivos e ampliar a segurança ambiental, isso sem comprometer o desempenho das culturas.
Da mesma forma, o uso de drones para mapeamento, monitoramento e aplicação localizada de insumos representa um avanço significativo na eficiência e na sustentabilidade e rentabilidade da produção agrícola, reforçando o papel da automação no campo.
Os resultados apresentados em diferentes estudos indicam que a AP, pode aumentar a produtividade, reduzir custos e melhorar a rentabilidade nas propriedades rurais. Além disso, análises econômicas demonstram que em grande parte dos casos, sistemas que utilizam a AP, apresentam maior retorno financeiro quando comparados aos modelos convencionais.
Outro aspecto importante é a democratização dessas tecnologias, que vêm se tornando cada vez mais acessíveis a pequenos e médios produtores, permitindo que uma grande parte dos agricultores adotem práticas mais modernas e sustentáveis.
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Com a adoção da Agricultura de Precisão – AP, o agricultor pode aumentar a produtividade e economizar nos custos de produção, mas vale ressaltar que apesar de estar se popularizando, muitos produtores encontram dificuldades em implementar tais ferramentas, devido ao alto custo de investimento, que envolve aquisição de equipamentos, softwares e treinamentos. Pode-se concluir que há inúmeras vantagens na utilização da AP, evidenciando que se trata de um método vantajoso, viável, plausível e eficaz em todas as etapas do processo produtivo. Dessa forma, a AP não representa apenas uma inovação tecnológica, mas configura-se como um novo paradigma para a agricultura atual. Sua adoção consciente, técnica e bem planejada contribui para uma produção mais eficiente e sustentável.
Portanto, a AP não é apenas uma tendência, mas uma necessidade que vem para garantir o desenvolvimento sustentável, com segurança e rentabilidade no setor agrícola, permitindo produzir mais, com melhor qualidade e menor impacto ambiental, ao mesmo tempo em que contribui para a competitividade do agronegócio tanto no setor brasileiro quanto no global. Ou seja, sua adoção representa um caminho promissor para enfrentar os desafios futuros relacionados à segurança alimentar, preservação dos recursos naturais e eficiência produtiva, reafirmando seu papel como um dos principais pilares da agricultura contemporânea. Assim, espera-se que os conhecimentos apresentados neste trabalho possam servir de base para novas pesquisas e incentivar a continuidade da evolução tecnológica no campo.
REFERÊNCIAS
ANTUNIASSI, Ulisses R.; BAIO, Fábio HR; SHARP, Timothy C. Agricultura de precisão. ABRAPA – Associação Brasileiro dos Produtores de Algodão. (Org.).
Algodão no Cerrado do Brasil. 3. ed. Brasília: Eleusio Curvelo Freire, p. 767-806, 2015. Disponível em: http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/Repositorio/1622_000fkl0f2ta02wyiv80sq98yqf 7fpgf0 .pdf. Acesso em: 15 abr. 2025.
ALMEIDA, T. L. et al. Tecnologias aplicadas na pulverização agrícola: uma revisão técnica. Revista Brasileira de Agricultura Irrigada, v. 15, n. 4, p. 489–500, 2021. Disponível em: https://www.agriambi.com.br/rbai/article/view/1678. Acesso em: 25 abr. 2025.
ANDRADE, R. A. M. et al. Aplicações com drones: avanços e desafios no uso de veículos aéreos não tripulados na agricultura. Revista Engenharia na Agricultura, v. 31, n. 2, p. 111–118, 2023. Disponível em: https://www.seer.ufu.br/index.php/revistaengagric/arti cle/view/67123. Acesso em: 10 abr. 2025.
AMORIM, F. R.; TERRA, L. A. A. Comparativo econômico entre a cultura da cana-de-açúcar e da soja: o caso de um fornecedor da região de ribeirão preto. FACEF Pesquisa: Desenvolvimento e Gestão, v.17, n.3, p.322-333, 2014.
ARTUZO, F. D.; SOARES, C; WEISS, C. R. Inovação de processo: O impacto ambiental e econômico da adoção da agricultura de precisão. Espacios, v. 38, n. 2, p. 1-6, 2017.
ASBRAAP – Associação Brasileira de Agricultura de Precisão. Senado aprova projetos de leis que estimulam o desenvolvimento e a adoção da agricultura de precisão e digital no Brasil. 2020. Disponível em: https://asbraap.org/index.php?page=noticia&id=11. Acesso em: 22 nov. 2025.
BASSOI, Luís Henrique et al. Agricultura de precisão e agricultura digital. Embrapa Pecuária Sudeste-Artigo em periódico indexado (ALICE), 2019. Disponível em: https://www.alice.cnptia.embrapa.br/handle/doc/1121544. Acesso em: 10 jun. 2025.
BERNARDI, Alberto Carlos de Campos et al. Agricultura de precisão: resultados de um novo olhar. Brasília, DF: Embrapa, 2014. Disponível em: https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/1002959/1/Agriculturadeprecis ao2014. pdf. Acesso em: 10 abr. 2025.
COELHO, J. P. C.; SILVA, J. R. M. Agricultura De Precisão. Lisboa: AJAP; 2009.
COELHO, Antonio Marcos. Agricultura de precisão: manejo da variabilidade espacial e temporal dos solos e culturas / Antônio Marcos Coelho. – Sete Lagoas: Embrapa Milho e Sorgo, 2005.
CUNHA, J. P. A. R.; TEIXEIRA, M. M.; COURY, J. R.; FERREIRA, L. R. Avaliação de estratégias para redução da deriva de agrotóxicos em pulverizações hidráulicas. Planta Daninha, v.21, n.2, p.325-32, 2003.
DIEGO, Rafael. Afinal, qual é a vantagem da agricultura de precisão? 2017. Disponível em: <http://www.senar.org.br/agricultura-precisao/afinal-qual-e-a vantagem-da-agricultura-de-precisao/>. Acesso em: 20 abr. 2025.
GOMES, K. B. P. Curso técnico em agronegócio introdução ao agronegócio. Apostila 02, 2011.
GOMES, Jhonatah Albuquerque. Guia completo da Agricultura de Precisão: da Teoria à Prática. Agroadvance. 2024. Disponível em: https://agroadvance.com.br/blog-guia-da-agricultura-de-precisao/. Acesso em: 22 nov. 2025.
GRIFFIN, T. W.; LOWENBERG-DEBOER, J. Worldwide adoption and profitability of precision agriculture: implications for Brazil. Revista de Política Agrícola, v. 14, p. 20-38, 2005.
JORGE, L. A. C. Determinação da cobertura de solo em fotografias aéreas do Projeto Arara. 2001. 97f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Computação)- Universidade de São Paulo, São Carlos, 2001.
KNOB, M. J.; SCHLOSSEr, J. F.; REYS, M. A. D.; ALONÇO, A. D. S. Aplicação de técnicas de agricultura de precisão em pequenas propriedades. 2006.
MALDANER, Leonardo F.; WEI, Marcelo C. F.; MOLIN, José P. Mapas de produtividade. Agricultura de precisão, boletim técnico 04. 2019. Disponível em: https://www.agriculturadeprecisao.org.br/wp-content/uploads/2019/08/BT_4.pdf. Acesso em: 22 nov. 2025.
MATUO, T. Fundamentos da tecnologia de aplicação de agrotóxicos. In: TECNOLOGIA E SEGURANÇA NA APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS: NOVAS TECNOLOGIAS, 2., 1998, Santa Maria: Departamento de Defesa Fitossanitária; Sociedade de Agronomia de Santa Maria, 1998. p.95-101.
MEDEIROS, F. A. Desenvolvimento de um veículo aéreo não tripulado para aplicação em agricultura de precisão. 2007. 102 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Agrícola) -Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2007.
MENDES, Luis Gustavo. Agricultura de Precisão (AP): O guia completo para implementar na sua lavoura. Aegro. 2019. Disponível em: https://aegro.com.br/blog/o-que-e-agricultura-de-precisao/. Acesso em: 22 nov. 2025.
MOLIN, J. P. Tendências da agricultura de precisão no Brasil. In: Congresso Brasileiro de Agricultura de Precisão. 2014.
NUNES, J. L. S. Agricultura de Precisão In: Agricultura de Precisão. Agrolink, 2016. Disponível em: <https://www.agrolink.com.br/georreferenciamento/agriculturadeprecisao_361504.ht ml>. Acesso em: 15 jun. 2025.
OLIVEIRA, Ronaldo P. et al. Sistematização do índice de oportunidade na adoção da agricultura de precisão para diferentes sistemas produtivos. BERNARDI, ACC; NAIME, JM; RESENDE, AV; BASSOI, LH, p. 173-179, 2017.
PEREIRA, P. H. C. et al. Agricultura de precisão com rede de sensores sem fio. Revista de Tecnologia da Informação e Comunicação, v. 4, n. 2, p. 19-27, 2014.
ROBERT, P. C. Precision agriculture: a challenge for crop nutrition management. Plant and Soil, v. 247, n. 1, p. 143-149, 2002.
SANTOS, A. C. et al. Eficiência de diferentes bicos na aplicação de defensivos em culturas de grãos. Revista Cultivar Máquinas, ed. 245, p. 34–40, 2020. Disponível em: https://revistacultivar.com.br/artigos. Acesso em: 25 abr. 2025.
SAPKOTA, T. B.; MAJUMDAR, K.; JAT, M. L.; KUMAR, A. Precision nutrient management in conservation agriculture based wheat production of Northwest India: Profitability, nutrient use efficiency and environmental footprint. Field Crops Research, v. 155, [S. n.], p. 233-244, 2014.
SENAR – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural. Mecanização: operação de pulverizadores autopropelidos. / Serviço Nacional de Aprendizagem Rural. Brasília: SENAR, 2016. 196 p.
SILVA NETO, Manoel. Drone e Meio Ambiente: Inovação e Sustentabilidade a favor da Cana-de-açúcar. DroneNG. 2015. Disponível em: <https://blog.droneng.com.br/drone-uma-tecnologia-inovadora-e-sustentavel-a-favor da-cana-de-acucar/>. Acesso em: 30 abr. 2025.
SENSIX. Comparação de mapas de NDVI (Índice de Vegetação da Diferença Normalizada) em lavoura de soja. Sensix Blog. 2025. Disponível em: https://blog.sensix.ag/sig-na-agricultura/imagem-4-comparacao-de-mapas-de-ndvi indice-de-vegetacao-da-diferenca-normalizada-em-lavoura-de-soja-2/. Acesso em: 22 nov. 2025.
SILVA, C. B.; DE MORAES, M. A. F. D.; MOLIN, J. P. Adoption and use of precision agriculture technologies in the sugarcane industry of São Paulo state, Brazil. Precision Agriculture, v. 12, n. 1, p. 67-81, 2011.
SNA – Sociedade Nacional de Agricultura. Agricultura de precisão já movimenta US$ 7 bi no mundo. 2020. Disponível em: https://sna.agr.br/agricultura-de-precisao ja-movimenta-us-7-bilhoes-no-mundo/. Acesso em: 22 nov. 2025.
1Autor: Estudante do curso de Bacharelado em Agronomia da Faculdade Cristo Rei – FACCREI, de Cornélio Procópio. E-mail: mateushdecamargo@gmail.com
2Orientador: Professor do curso de bacharelado em Agronomia da Faculdade Cristo Rei- FACCREI, de Cornélio Procópio. Graduado em Agronomia pela Universidade Estadual do Norte do Paraná, mestre em Engenharia Ambiental pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná e doutor em biotecnologia aplicada à Agricultura pela Universidade Paranaense. E-mail: eduardo.gois@faccrei.edu.br.
