PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA DENGUE NO MUNICÍPIO DE PARAUAPEBAS

EPIDEMIOLOGICAL PROFILE OF DENGUE IN THE MUNICIPALITY OF PARAUAPEBAS

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ar10202602121151


Larissa de Cássia Araújo Muniz Carvalho1
Antonio Nilton Sousa Matos2
Karini Mendes Dos Santos3
Giovanna Hemely Dourado Matos4
Sara Cristiny Da Silva Barros5
Sara Dolores Souza Cabral6


RESUMO:

A dengue faz parte de um grupo de doenças denominadas arboviroses, que se caracterizam por serem causadas por vírus transmitidos por vetores artrópodes. No Brasil, o vetor da dengue é a fêmea do mosquito Aedes aegypti. A dengue é uma doença febril aguda, sistêmica, dinâmica, debilitante e autolimitada. A maioria dos doentes se recupera, porém, parte deles podem progredir para formas graves, inclusive virem a óbito. Dados da SEMSA apontam que, de janeiro a março de 2025, foram notificados 1.126 casos prováveis de dengue, com 377 casos confirmados até o momento. Objetivo: O objetivo deste estudo é utilizar informações do departamento de Informática do Sistema único de Saúde (DATASUS) para determinar o perfil epidemiológico da Dengue no município de Parauapebas, localizado no Sudeste do Pará. Metodologia: Trata-se de um estudo epidemiológico descritivo, retrospectivo, de abordagem quantitativa, que analisou dados sobre casos de dengue em determinado período de 2020 a 2025, no município de Parauapebas. As informações foram coletadas através do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) e secretárias de saúde do município, Sistema único de saúde SUS, Organização mundial da saúde (OMS). Resultados e discussão: A distribuição de casos de Dengue, destaca o equilíbrio de casos entre homens e mulheres, com variações pequenas de ano em ano em Parauapebas. Possibilita observar também que a faixa etária mais atingida são as pessoas de 20-39 anos, a classe economicamente ativa, isso se dá ao fato do trabalho ao ar livre e o contato frequente com pessoas que podem estar infectadas. Conclusão: Os resultados enfatizam a endemia da dengue em Parauapebas e a sua incidência, evidenciando a necessidade de ações de vigilância e controle da doença. Contudo o estudo apresentado, o combate a dengue no município de Parauapebas requer uma abordagem integrada que inclua ações governamentais e da comunidade a fim de promover controle vetorial e eliminação de criadouros.

Palavra-chave: dengue; Aedes aegypti; incidência; Parauapebas.

ABSTRACT:

The present study seeks to understand the sanitary conditions of the population and the problems they cause, the absence of these services causes serious consequences for the population. Its objective is Dengue is part of a group of diseases called arboviruses, which are characterized by being caused by viruses transmitted by arthropod vectors. In Brazil, the dengue vector is the female Aedes aegypti mosquito. Dengue is an acute, systemic, dynamic, debilitating and self- limiting febrile disease. Most patients recover, however, some of them may progress to severe forms, including death. Data from Semsa indicate that, from January to March 2025, 1,126 probable cases of dengue were reported, with 377 confirmed cases to date. Objective: The objective of this study is to use information from the Department of Informatics of the Unified Health System (DATASUS) to determine the epidemiological profile of Dengue in the municipality of Parauapebas, located in southeastern Pará. Methodology: This is a descriptive, retrospective, quantitative epidemiological study that analyzed data on dengue cases in a given period from 2020 to 2025, in the municipality of Parauapebas. The information was collected through the Department of Informatics of the Unified Health System (DATASUS) and health secretaries of the municipality, Unified Health System SUS, World Health Organization (WHO). Results and discussion: The distribution of Dengue cases highlights the balance of cases between men and women, with small variations from year to year in Parauapebas. It is also possible to observe that the most affected age group is people aged 20-39, the economically active class, due to the fact that they work outdoors and are in frequent contact with people who may be infected. Conclusion: The results emphasize the endemic nature of dengue fever in Parauapebas and its incidence, highlighting the need for surveillance and control actions for the disease. However, the study presented shows that combating dengue fever in the municipality of Parauapebas requires an integrated approach that includes government and community actions to promote vector control and eliminate breeding sites.

KEYWORDS: dengue; sazonal; Aedes aegypti; município; Parauapebas.

1. INTRODUÇÃO

A dengue faz parte de um grupo de doenças denominadas arboviroses, que se caracterizam por serem causadas por vírus transmitidos por vetores artrópodes. No Brasil, o vetor da dengue é a fêmea do mosquito Aedes aegypti (significa “odioso do Egito”). O vírus dengue (DENV) estão classificados cientificamente na família Flaviviridae e no gênero Orthoflavivirus. Até o momento são conhecidos quatro sorotipos – DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4 –, que apresentam distintos materiais genéticos (genótipos) e linhagens. De acordo com o Ministério da Saúde, em dezembro de 2023, a vacina contra a dengue foi incorporada pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Sendo o Brasil o primeiro País do mundo a oferecer o imunizante no sistema público de saúde.1

O Brasil registrou 6,5 milhões de casos prováveis de dengue até 7 de outubro de 2024, de acordo com o Painel de Monitoramento das Arboviroses do Ministério da Saúde. O coeficiente de incidência é de 3.221,7 por 100 mil habitantes, enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que taxas acima de 300 por 100 mil já indicam epidemia.2

Todo indivíduo que apresentar febre (39°C a 40°C) de início repentino e apresentar pelo menos duas das seguintes manifestações- dor de cabeça, prostração, dores musculares e/ou articulares e dor atrás dos olhos – deve procurar imediatamente um serviço de saúde a fim de obter tratamento oportuno. No entanto, após o período febril deve-se ficar atento. Com o declínio da febre (entre 3° e o 7° dia do início da doença), sinais de alarme podem estar presentes e marcar o início da piora no indivíduo. Os sinais e sintomas mais comuns de dengue são: febre alta, cefaleia, atrás dos olhos,astenia, dores musculares e manchas vermelhas no corpo. Sinais e sintomas de alerta para dengue grave: Dor de para respirar, sangramento no nariz e gengivas.1 A dengue é considerada um tipo de doença única, dinâmica e sistêmica podendo ter evolução do quadro para remissão dos sintomas ou pode agravar-se, exigindo maiores cuidados com os diagnosticados com a doença, por isso medidas efetivas devem ser tomadas para que o paciente não chegue a óbito.3

O vírus da dengue pode ser transmitido por via vetorial pela picada das fêmeas de Aedes aegypti infectadas. O Diagnóstico é realizado com base no quadro clínico do paciente e em técnicas laboratoriais, que identificam o vírus até o quinto dia da doença.4 O tratamento da dengue é feito para o alívio dos sinais e sintomas dos indivíduos, após a avaliação médica esse tratamento é aplicado adotando medidas para que possa haver a recuperação do paciente e minimizar as manifestações clínicas.5  

Estudos recentes indicam que as mudanças climáticas globais, como o aumento das temperaturas e alterações nos regimes de chuva, tendem a expandir as áreas de ocorrência do Aedes aegypti e a prolongar a estação de transmissão da dengue, intensificando os desafios para a saúde pública 6 A dengue possui padrão sazonal, com aumento do número de casos e o risco para epidemias, principalmente entre os meses de outubro de um ano a maio do ano seguinte.7

A maior diversidade de arbovírus e vetores da américa se encontra na Mata Atlântica e na região Amazônica.8 Dentro desse contexto por estar inserida na região amazônica, o Município de Parauapebas-PA sofre com os casos de dengue. Apesar dos alertas constantes das autoridades de saúde, a população ainda não se conscientizou completamente sobre os riscos que o mosquito oferece à saúde.9 Nesse tocante, ações devem ser realizadas também pelos agentes de saúde a fim de prevenir a propagação do mosquito e a população deve fazer a sua parte: vedando reservatórios de água, desobstruindo calhas, ralos, evitando recipientes em casa que possam se transformar em criadouros de mosquitos e usando telas.9

Dados da SEMSA apontam que, de janeiro a março de 2025, foram notificados 1.126 casos prováveis de dengue, com 377 casos confirmados até o momento. Esses números refletem a necessidade urgente de medidas preventivas para evitar a propagação da doença. Partindo dessa temática, o objetivo desse estudo consiste em analisar o cenário Epidemiológico da dengue no Município de Parauapebas-PA, através dos dados coletados.10

2. METODOLOGIA

Trata-se de um estudo epidemiológico descritivo, retrospectivo, de abordagem quantitativa, que analisou dados sobre casos de dengue em determinado período de 2020 a 2025, no município de Parauapebas. As informações foram coletadas através do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) e secretárias de saúde do município, Sistema único de saúde SUS, Organização mundial da saúde (OMS). Foram coletados dados referentes a notificação de casos filtrando em faixa etária e sexo, a elaboração de gráficos e tabelas para melhor compreensão dos dados relativos a taxa de incidência da dengue.

3. RESULTADOS

Os resultados dessa pesquisa apresentam os dados epidemiológicos da Dengue entre 2020-2025 no Brasil, Estado do Pará e do Município de Parauapebas e as variações que ocorreram nos seguintes anos de acordo com a oscilação de casos registrados nos seguintes meses.

Gráfico 1: Casos Notificados de Dengue no Brasil por sexo.

Fonte: Autores (2025) baseado nos Casos notificados no SINAN 2020 – 2025.

O gráfico mostra a distribuição de casos notificados de dengue no Brasil por sexo, considerando os anos de 2020 a 2025. Observa-se uma pequena predominância de casos no sexo feminino, se tornando mais expressiva a partir de 2023.O total levanta questionamentos e hipóteses sobre a relação de gênero e vulnerabilidade. Uma possível explicação pode estar ligada à uma maior procura de mulheres por serviços de saúde, o que gera mais notificações. Além disso, fatores sociais e ambientais, como a maior permanência feminina em ambientes domiciliares (onde o vetor mais se manifesta) podem elevar o risco de exposição.

A oscilação no número total de casos mostra que há surtos ou falhas nas ações de prevenção e controle durante esses períodos, o que reforça a necessidade de maiores estratégias de saúde pública e medidas mais eficazes, que considerem o recorte temporal e também as especificidades de gênero. Portanto, o gráfico mostra o agravo do cenário epidemiológico da dengue no Brasil como também a importância de políticas de prevenção considerando o impacto diferente entre homens e mulheres.

Gráfico 2: Faixa etária acometida pela dengue no Brasil.

Fonte: Autores (2025) baseado nos Casos notificados no SINAN 2020 – 2025.

A análise do gráfico, que indica a distribuição de casos notificados de dengue no Brasil segundo a faixa etária, revela que a faixa mais afetada foi a de 20 a 39 anos, com picos nos anos de 2024 e 2025. Isso pode ser atribuído ao fato de que essa faixa é mais ativa no mercado de trabalho e socialmente, que mais circula em ambientes externos, o que aumenta a exposição ao vetor. Observa-se ambém uma incidência maior na faixa de 40 a 59 anos,seguida pelas faixas de 15 a 19 e 10 a 14 anos,mostrando certa vulnerabilidade também em adolescentes.

No ano de 2024 houve um aumento nas notificações de todas as idades, o que pode indicar uma falha nas ações preventivas e no controle vetorial daquele período. É importante ressaltar as ações educativas, preventivas e de monitoramento para abranger todos os públicos.

Gráfico 3: Casos notificados de dengue no Pará por sexo.

Fonte: Autores (2025), baseado nos casos notificados no SINAN 2020 – 2025.

O gráfico 3 apresenta os casos notificados de dengue no Pará entre 2019 e 2025, por sexo. Há aumento gradual entre 2019 e 2023, seguido por um crescimento expressivo em 2024 e 2025. Em todos os anos, o número de casos no sexo feminino é maior que no masculino. Do total de 28.890 casos, aproximadamente 60,7% são do sexo feminino e 39,3% do sexo masculino.

Tabela 1: Faixa etária acometida pela dengue no Pará.

Fonte: Autores (2025) baseado nos casos notificados no SINAN 2020-2025.

A tabela mostra a faixa etária acometida pela dengue no estado do Pará, permitindo perceber que as faixas mais afetadas ao longo do período foi de 20 a 39 anos e a de 40 a 59 anos, e juntas representam a maior parte dos casos. O aumento de casos em 2024 para a faixa de 20 a 39 anos pode acentuar um surto epidêmico, agravado possivelmente por fatores como as condições climáticas favoráveis à reprodução do Aedes aegypti. Apesar de representarem a menor quantidade, as faixas com menores de 5 anos e de idosos apresentam riscos clínicos, pois podem desenvolver formas mais graves da doença. A manutenção dos casos para as faixas economicamente ativas tem impacto direto na produtividade e no sistema de saúde, por isso há necessidade de ações estratégicas de combate à dengue direcionadas aos públicos mais afetados.

Gráfico 4: Casos Notificados no Município de Parauapebas ambos os sexos.

Fonte: Autores (2025) baseados nos casos notificados no SINAN 2020-2025.

O número de casos entre homens e mulheres segundo o gráfico é bastante equilibrado, com variações pequenas de ano em ano. No total foram 2.110 casos em homens e 2.186 em mulheres, que demonstra essa predominância de 50,9% nas notificações. O ano de 2022 foi o mais crítico, sugerindo um possível surto ou aumento da circulação viral no município, com total de 1.306 casos (597 homens e 709 mulheres).

Tabela 2: Faixa etária acometida pela dengue no município Parauapebas.

Fonte: Autores(2025) baseado nos casos notificados no SINAN 2020-2025.

Após analisar a tabela, podemos perceber que a faixa etária mais atingida no município de Parauapebas, ao longo do período de 2020-2025, são as pessoas de 20-39 anos, seguido de pessoas de 40-59 anos. Em 2025 as pessoas de 20-39 anos representam cerca de 37,6% do número de casos, seguido de pessoas de 40- 59 anos, o que juntos evidenciam cerca de 53,0% dos casos totais do ano de 2025, isso nos mostra que, assim como no Brasil, a faixa etária economicamente ativa é a mais atingida, o que pode ser explicado pelo trabalho ao ar livre ou pelo contato frequente com pessoas que podem estar infectadas. Pode-se concluir também que o ano de 2025 representa o maior ano de notificação, isso pode significar que houve uma lacuna nas estratégias e ações preventivas/educativas para o controle da dengue, além de estar possivelmente relacionado com a climatologia propícia para a reprodução do Aedes aegyp.

Gráfico 5: Morbidade ambos os sexos no município.

Fonte: Autores(2025) baseado no (SIH/SUS)

O gráfico mostra uma diferença significativa na morbidade entre os sexos no município entre 2020 e 2025. Observa-se que o número de internações hospitalares é consistentemente maior entre as mulheres em todos os anos analisados, totalizando 35.095 casos no período, em contraste com 16.558 casos entre os homens. Esse padrão pode refletir maior busca por serviços de saúde pelas mulheres, além de possíveis agravos relacionados à saúde da mulher e condições crônicas mais prevalentes nesse grupo. A partir de 2023, nota-se uma queda nas notificações de ambos os sexos, o que pode estar associado a fatores como mudanças nos critérios de notificação, subnotificação ou estratégias de prevenção mais efetivas. A disparidade entre os sexos reforça a importância de políticas públicas que considerem as especificidades de gênero na atenção à saúde.

4. DISCUSSÃO

Os dados apresentados evidenciam uma incidência entre mulheres, adultos e jovens esse padrão se repete no Brasil, estado do Pará e município de Parauapebas, onde no Pará, por exemplo, mais de 60% dos casos eram em mulheres. Isso levanta a questão se elas procuram atendimento médico com mais frequência. Entre 2024 e 2025 o aumento significativo de casos sugere que o número de casos está relacionado com fatores climáticos e socioeconômicos, a análise da incidência em populações vulneráveis sugere que a imunidade dos hospedeiros é um fator crucial para a gravidade dos casos de dengue.11 Do ponto de vista etário, a maior concentração de casos em indivíduos economicamente ativos pode ser atribuída à maior mobilidade urbana, à exposição em ambientes externos e à rotina de trabalho em locais propícios à infestação do vetor, como obras e áreas descobertas.12 Diante desse panorama, fica evidente que o controle da dengue em Parauapebas depende de um trabalho em conjunto entre governo e população, com foco na eliminação dos criadouros, reforço na vigilância e ações educativas. Esse tipo de abordagem integrada é defendida pela própria Secretaria de Saúde do Pará, que ressaltam que, além das medidas do poder público, é indispensável o engajamento da comunidade para que haja, de fato, uma redução nos casos da doença.10

5. CONCLUSÃO

Os dados apresentados neste artigo evidenciam a sazonalidade da dengue no Brasil e no estado do Para e no Município de Parauapebas, tendo em vista a região tropical que predomina o estado localizado em região amazônica onde prolongam períodos propícios para o mosquito transmissor.5 Esses resultados enfatizam a endemia da dengue em Parauapebas e a sua incidência, evidenciando a necessidade de ações de vigilância e controle da doença.

Ao analisar os dados é possível notar-se que a predominância de casos em adultos jovens, que corresponde à uma parcela significativa relacionada a estarem economicamente ativos, sugere que a maior exposição do vetor Aedes aegypti se dá em ambientes externos e urbanos. Contudo o estudo apresentado, o combate a dengue no município de Parauapebas requer uma abordagem integrada que inclua ações governamentais e da comunidade a fim de promover controle vetorial e eliminação de criadouros.

6. REFERÊNCIAS

  1. BRASIL. Ministério da Saúde. Dengue. Brasília: Ministério da Saúde, [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/dengue. Acesso em: 28 maio 2025.
  2. CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Dengue aumentou 400% no Brasil em 2024 em comparação ao ano passado. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/dengue-aumentou-400-no-brasil-em-2024-em-comparacao-ao-ano-passado/. Acesso em: 29 maio 2025.
  3. SANTOS, Maciel Garreto dos et al. Perfil epidemiológico da dengue no município de Parauapebas (PA) entre os anos de 2011 à 2020. In: Atenção Primária à Saúde no Brasil: avanços, retrocessos e práticas em pesquisa. v. 1. [S.l.]: Editora Científica Digital, 2022. p. 149-157. DOI: https://doi.org/10.37885/220308114.
  4. RIBEIRO, N. F. A. M.; SILVA, A. M. da; BARROS, R. A.; SANTOS, P. J. C. C. dos; CAVALCANTE, J. G. F.; ALMEIDA, A. C. M. de. Perfil epidemiológico da dengue no Nordeste Brasileiro no período de 2014 a 2024. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 7, n. 9, p. e74464, 2024. DOI: 10.34119/bjhrv7n9-079. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/74464. Acesso em: 17 jun. 2025.
  5. SANTOS, Maciel Garreto dos et al. Perfil epidemiológico da dengue no município de Parauapebas (PA) entre os anos de 2011 à 2020. In: Atenção Primária à Saúde no Brasil: avanços, retrocessos e práticas em pesquisa. v. 1. [S.l.]: Editora Científica Digital, 2022. p. 149-157. DOI: https://doi.org/10.37885/220308114.
  6. COSTA, Ricardo G.; ALMEIDA, Fernanda D. Impactos das Mudanças Climáticas na Distribuição e Dinâmica de Arboviroses. Revista Clima e Saúde, v. 10, n. 2, p. 87-102, 2021.
  7. GUERRA, Maria das Graças Vale Barbosa. Abordagem das arboviroses na população ribeirinha. Manaus: Universidade do Estado do Amazonas; UNA-SUS Amazônia, [s.d.]. Disponível em: https://ares.unasus.gov.br/acervo/handle/ARES/27579. Acesso em: 02 jun. 2025.
  8. PREFEITURA MUNICIPAL DE PARAUAPEBAS. Parauapebas segue firme no combate ao mosquito Aedes aegypti. Parauapebas: Prefeitura de Parauapebas, 2024. Disponível em: https://parauapebas.pa.gov.br/destaque/parauapebas-segue-firme-no-combate-ao-mosquito-aedes-aegypti/. Acesso em: 06 jun. 2025.
  9. PARÁ. Secretaria de Estado de Saúde Pública. Casos de dengue caem quase 60% no Pará em janeiro de 2025. Belém: SESPA, 2025. Disponível em: http://www.saude.pa.gov.br/casos-de-dengue-caem-quase-60-no-para-em-janeiro-de-2025/. Acesso em: 06 jun. 2025.
  10. RÊGO, Amanda de Sousa; SANTOS, Andressa Lima dos; SANTOS, Lara Melissa Figueredo dos; RESENDE, Letícia Catherine Alencar de Sousa. Perfil epidemiológico da dengue no estado do Pará, Brasil. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Medicina) – Faculdade de Ciências Médicas do Pará, Marabá, 2024.
  11. FLORENZANO, B. M. et al. Análise comparativa do perfil epidemiológico dos casos de dengue no Brasil durante o primeiro trimestre dos anos de 2023 e 2024: um estudo ecológico. Braz J Implantol Health Sci., v. 6, n. 8, p. 1459-1470, 2024.
  12. BRASIL. Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico – Arboviroses no Brasil 2023–2024. Brasília, DF: MS, 2024.

¹Graduanda em Enfermagem, Centro Universitário (UNIFADESA), Parauapebas, PA. E-mail: larissadecassiaenf@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0005-2370-3205. Lattes: https://lattes.cnpq.br/6292577907549525;
²Mestrando em Química Pura e Aplicada, Universidade Federal do Oeste da Bahia – UFOB, Parauapebas, PA. E-mail: antonio.matos@dpt.ba.gov.br. ORCID: https://orcid.org/0009-0002-1286-0799. Lattes: http://lattes.cnpq.br/0956218616750763;
³Graduanda em Enfermagem, Centro Universitário (UNIFADESA), Parauapebas, PA. E-mail: enfer.karini@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0000-4404-2016. Lattes: https://lattes.cnpq.br/8982755145160119;
⁴Graduanda em Enfermagem, Centro Universitário (UNIFADESA), Parauapebas, PA. E-mail: giovannahemely0@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0003-1781-2814. Lattes: https://lattes.cnpq.br/1828145263013048;
⁵Graduanda em Enfermagem, Centro Universitário (UNIFADESA), Parauapebas, PA. E-mail: saracristinybarros@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0009-4740-4276. Lattes: https://lattes.cnpq.br/9461018743490149;
⁶Graduanda em Enfermagem, Centro Universitário (UNIFADESA), Parauapebas, PA. E-mail: enf.saradolores@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0007-2737-2129. Lattes: https://lattes.cnpq.br/0038008297033292.